- Bitcoin caiu cerca de 1,3%, para US$ 76.046, a partir das 8h38 em Nova York, voltando ao terreno negativo após uma alta inicial.
- Ether também ficou em território negativo, diante das retaliações da China às tarifas dos EUA.
- Mercados europeus já caíam e futuros de ações dos EUA recuaram cerca de 2% após a entrada em vigor das tarifas.
- Mesmo com a turbulência, o bitcoin já registra queda de cerca de 30% em relação ao recorde de janeiro.
- Analistas destacam que o bitcoin pode atuar como proteção em tempos de volatilidade; o próximo suporte relevante fica próximo de US$ 65.000, e opções de proteção para Ether e Solana foram adquiridas.
O bitcoin caiu cerca de 1,3%, com preço em US$ 76.046 por volta das 8h38 (horário de Nova York), após a China anunciar tarifas sobre produtos americanos em retaliação às medidas de Donald Trump. O movimento ocorreu enquanto o Ether ficou no vermelho.
O recuo ocorreu no mesmo dia em que as tarifas entraram em vigor e as bolsas europeias caíram. Os futuros de ações dos EUA recuaram cerca de 2%, diante do novo round de tarifas entre EUA e China.
Ao longo da sessão, ativos digitais mostraram resiliência relativa frente à turbulência, sustentados pela alavancagem moderada e pelo ambiente regulatório norte-americano mais favorável às criptomoedas. Ainda assim, o bitcoin acumula queda de aproximadamente 30% desde o recorde histórico de janeiro.
Analistas apontam que a volatilidade deve continuar, com estratégias de proteção sendo adquiridas. Opções de venda para Ether e Solana foram negociadas com vigor, sinalizando busca por hedge. O suporte chave para o bitcoin fica próximo de US$ 65.000, segundo especialistas.
Especialistas lembram que as criptomoedas tendem a reagir de modo distinto a guerras comerciais, mantendo-se mais estáveis ante choques de políticas. Com as tarifas, investidores monitoram como o fluxo de capitais pode variar entre ativos de risco. A cobertura adicional de risco permanece em foco.
Fonte: Bloomberg
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