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Constellation Brands prevê lucro abaixo do esperado e enfrenta novas tarifas nos EUA

Constellation Brands supera expectativas com lucro trimestral e pausa nas tarifas de Trump, enquanto se reestrutura para focar em produtos premium.

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A Constellation Brands, que faz a cerveja Corona, anunciou que espera ganhar entre 12,33 e 12,63 dólares por ação no ano fiscal de 2026. Esse valor é menor do que o que o mercado esperava, que era entre 13,39 e 15,29 dólares. A empresa está enfrentando dificuldades porque a demanda por suas bebidas não está tão boa e também por causa de novas tarifas de 25% sobre cervejas importadas.

Recentemente, as ações da Constellation subiram depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que as tarifas teriam uma pausa de 90 dias. Além disso, a empresa teve um lucro trimestral de 2,63 dólares por ação, que foi melhor do que o esperado, que era de 2,29 dólares. A receita total foi de 2,2 bilhões de dólares, um pouco acima da previsão de 2,1 bilhões.

As vendas de cervejas se mantiveram estáveis, mas os vinhos e destilados, como a tequila Casa Noble, cresceram 11%. A Constellation também decidiu vender algumas marcas de vinhos mais baratas, como Woodbridge, para se concentrar em produtos que dão mais lucro. Essa mudança deve ajudar a economizar mais de 200 milhões de dólares por ano nos próximos três anos.

Analistas acreditam que a empresa pode ter que arcar com os custos das tarifas, em vez de aumentar os preços para os consumidores, especialmente porque os jovens estão bebendo menos. A Constellation já havia reduzido suas expectativas de crescimento duas vezes neste ano, devido à baixa demanda.

A Constellation Brands, produtora da cerveja Corona, divulgou uma previsão de lucro por ação para o ano fiscal de 2026 entre US$ 12,33 e US$ 12,63, abaixo das expectativas do mercado, que esperava valores entre US$ 13,39 e US$ 15,29. A empresa enfrenta desafios devido a uma demanda inferior ao esperado e a novas tarifas de 25% sobre cervejas importadas, que impactam diretamente seus produtos.

Entretanto, as ações da Constellation tiveram uma alta recente após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar uma pausa de 90 dias nas tarifas, beneficiando empresas multinacionais. Além disso, a Constellation reportou um lucro trimestral de US$ 2,63 por ação, superando a expectativa de US$ 2,29. A receita totalizou US$ 2,2 bilhões, ligeiramente acima da previsão de US$ 2,1 bilhões.

No segmento de cervejas, as vendas permaneceram estáveis, compensadas por preços mais altos, enquanto os vinhos e destilados, como a tequila Casa Noble, apresentaram um crescimento de 11% nas vendas. A empresa anunciou a venda de marcas de vinhos mais acessíveis, como Woodbridge, para focar em produtos de maior valor e margem de lucro, o que deve gerar economias anuais de mais de US$ 200 milhões nos próximos três anos.

Analistas apontam que a Constellation pode ter que absorver os custos das tarifas, em vez de repassá-los aos consumidores, especialmente em um cenário onde as gerações mais jovens estão consumindo menos bebidas alcoólicas. A empresa já havia reduzido suas projeções de crescimento por duas vezes neste ano, refletindo a pressão da baixa demanda no mercado.

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