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Emprego nos EUA mostra crescimento, mas desafios tarifários de Trump podem mudar o cenário

Taxa de desemprego nos EUA se mantém em 4,2%, mas incertezas sobre tarifas de Trump e automação podem impactar o futuro do emprego.

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O mercado de trabalho nos Estados Unidos está mostrando sinais positivos, com uma taxa de desemprego de 4,2% e a criação de 1,9 milhão de novos empregos nos últimos doze meses. A maior parte desses novos postos está no setor de saúde e assistência social, que representa quase metade do total. Por outro lado, setores como manufatura e serviços profissionais estão enfrentando perdas de empregos. As tarifas impostas pelo presidente Donald Trump podem impactar ainda mais o emprego, especialmente em áreas que dependem de produtos importados.

A automação e a mudança na produção para outros países têm eliminado muitos empregos na manufatura, com cerca de cinco milhões de postos perdidos desde 1990. Embora o setor de construção tenha visto um aumento no emprego, outras áreas, como comércio e informação, estão em declínio. O comércio eletrônico gerou alguns novos empregos, mas não o suficiente para compensar as perdas em outros setores.

Além disso, a tecnologia, especialmente a inteligência artificial, pode estar começando a afetar o emprego em serviços profissionais. O setor de extração de petróleo e gás também sofreu uma queda significativa de 64% nos últimos dez anos, mesmo com o aumento na produção. O setor de saúde, que não enfrenta muita concorrência internacional, deve continuar a crescer, especialmente com o aumento da população idosa nos próximos anos.

O relatório de emprego dos Estados Unidos, divulgado recentemente, apresentou uma taxa de desemprego de 4,2% e a criação de 1,9 milhão de novos postos de trabalho nos últimos doze meses. O setor de saúde e assistência social foi o principal responsável por quase cinquenta por cento desse crescimento, enquanto a manufatura e outros setores, como serviços profissionais e comerciais, enfrentaram quedas no emprego. A dependência de produtos importados e a automação são fatores que levantam dúvidas sobre o impacto das tarifas impostas pelo presidente Donald Trump.

As tarifas podem não apenas afetar o crescimento do emprego na manufatura, mas também levar a demissões em setores que dependem de componentes importados. A trajetória de crescimento do emprego nas últimas décadas, impulsionada principalmente pelo setor de saúde, pode ser influenciada por mudanças demográficas e estruturais. A população com 65 anos ou mais quase dobrou desde 1990, aumentando a demanda por profissionais de saúde, enquanto a participação da manufatura no emprego não agrícola caiu de 22% para 13,6%.

A automação e a transferência de produção para o exterior resultaram na eliminação de cinco milhões de empregos na manufatura desde 1990. Embora o emprego na construção civil tenha aumentado, setores como comércio varejista e informação também enfrentaram quedas significativas. O comércio eletrônico gerou alguns empregos em transporte e armazenamento, mas não o suficiente para compensar as perdas em outros setores.

O impacto da tecnologia, especialmente a inteligência artificial, pode estar começando a afetar o emprego em serviços profissionais. O emprego na extração de petróleo e gás, uma prioridade para Trump, caiu 64% na última década, apesar do aumento na produção. O setor de saúde, que não é amplamente afetado pela concorrência internacional, deve continuar a crescer, especialmente com a previsão de um aumento de 30% na população com 65 anos ou mais nos próximos 25 anos.

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