Servidores públicos estão recebendo cobranças do Banco de Brasília (BRB) por dívidas que não reconhecem. Isso aconteceu porque o BRB comprou uma carteira de crédito do Banco Master, totalizando R$ 8 bilhões, sem avisar os clientes. Muitos servidores, especialmente na Bahia, estão confusos e reclamando, pois afirmam nunca ter feito empréstimos com essas instituições. No site Reclame Aqui, o Banco Master teve 1.383 queixas, enquanto o BRB recebeu 7.239, principalmente por cobranças indevidas e mau atendimento.
Um professor na Bahia descobriu que tinha uma dívida de quase R$ 5 mil, mesmo sem ter contratado um empréstimo. Outros colegas relataram valores ainda maiores. O BRB explicou que essas dívidas fazem parte da carteira comprada do Banco Master, que gerencia um cartão de benefícios para servidores. O Banco Master disse que houve um erro e suspendeu as cobranças. A Secretaria da Administração da Bahia afirmou que não sabia de denúncias e que investigaria se recebesse reclamações. O Banco Master, privatizado em 2018, já enfrentou problemas legais por práticas consideradas abusivas. A situação atual levanta questões sobre a transparência nas operações de crédito e a proteção dos consumidores.
Servidores públicos estão enfrentando cobranças indevidas do Banco de Brasília (BRB) relacionadas a uma carteira de crédito adquirida do Banco Master. Muitos desses servidores não têm conhecimento de dívidas, gerando confusão e reclamações. A situação se agravou após a venda de uma carteira de crédito do Banco Master ao BRB, que totalizou R$ 8 bilhões, sem que os clientes fossem informados sobre a transação.
Os servidores que se depararam com essas cobranças foram informados de que as dívidas eram parte da carteira comprada do Banco Master, mas muitos afirmam nunca ter contratado empréstimos com nenhuma das duas instituições. A falta de comunicação sobre a venda gerou descontentamento, especialmente entre os servidores da Bahia, onde a maioria das queixas foi registrada. No site Reclame Aqui, o Banco Master recebeu 1.383 reclamações, enquanto o BRB contabilizou 7.239, a maioria por mau atendimento e cobranças indevidas.
Um professor da Bahia relatou ter descoberto uma dívida de quase R$ 5 mil em seu nome, mesmo sem ter feito qualquer empréstimo. Outros colegas também relataram situações semelhantes, com valores que chegavam a R$ 57 mil. O BRB informou que as dívidas eram parte da carteira adquirida do Banco Master, que gerencia o Credcesta, um cartão de benefício consignado. O Banco Master, por sua vez, alegou que houve um erro e suspendeu as cobranças.
A Secretaria da Administração do Estado da Bahia afirmou não ter conhecimento formal das denúncias e se comprometeu a investigar caso receba reclamações. O Banco Master, privatizado em 2018, já enfrentou ações judiciais por práticas abusivas, como juros altos e envio de cartões sem solicitação. A situação atual levanta preocupações sobre a transparência nas operações de crédito e a proteção dos consumidores.
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