As tensões comerciais entre os Estados Unidos e países como China e Vietnã aumentaram com a imposição de novas tarifas pelo governo de Donald Trump. A China agora enfrenta uma tarifa de 104% sobre produtos que exporta para os EUA, enquanto o Vietnã terá uma taxa de 46%. Essas mudanças afetaram negativamente as ações de empresas como Crocs, Lululemon, Five Below e Skechers, que dependem muito da importação desses produtos.
As tarifas foram anunciadas na semana passada, com uma taxa base de 10% começando a valer no sábado e uma tarifa mais alta iniciando na quarta-feira. Em resposta, a China anunciou tarifas retaliatórias de 84% sobre produtos americanos, enquanto o Vietnã tenta negociar uma redução, oferecendo uma taxa de 0%, que foi considerada insuficiente pelos conselheiros de Trump.
A analista Lorraine Hutchinson, do Bank of America, destacou que empresas como Crocs, que obtém 51% de seus produtos do Vietnã, e Lululemon, com 40% de suas mercadorias desse país, sofreram perdas significativas. Crocs viu suas ações caírem mais de 21% na última semana, enquanto Lululemon teve uma queda superior a 12%.
As empresas com forte exposição à China também enfrentam dificuldades. A Five Below, que tem quase 60% de sua produção vinda da China, viu suas ações despencarem quase 32% na última semana. Skechers, com uma exposição de 40% a 50% à China, também sofreu perdas, com uma queda de mais de 22% em uma semana. A situação reflete um cenário de incerteza no mercado global, com as empresas buscando alternativas para lidar com os impactos das tarifas.
As tensões comerciais entre os Estados Unidos e países como China e Vietnã aumentaram após a imposição de novas tarifas pelo governo de Donald Trump. A China agora enfrenta uma tarifa de 104% sobre produtos exportados para os EUA, enquanto o Vietnã terá uma taxa de 46%. Essas medidas impactaram negativamente as ações de empresas como Crocs, Lululemon, Five Below e Skechers, que dependem fortemente da importação desses produtos.
O anúncio das tarifas ocorreu na semana passada, com uma taxa base de 10% sendo aplicada a partir de sábado e uma tarifa “reciproca” mais alta iniciando na quarta-feira. Em resposta, a China anunciou tarifas retaliatórias de 84% sobre importações dos EUA, enquanto o Vietnã tenta negociar uma redução nas tarifas, com a oferta de uma taxa de 0% sobre produtos americanos, que foi considerada insuficiente por conselheiros de Trump.
A analista Lorraine Hutchinson, do Bank of America, identificou que empresas como Crocs, que obtém 51% de seus produtos do Vietnã, e Lululemon, com 40% de suas mercadorias provenientes do Vietnã, sofreram perdas significativas. Crocs viu suas ações caírem mais de 21% na última semana, enquanto Lululemon registrou uma queda superior a 12%.
As empresas com forte exposição à China também enfrentam desafios. A Five Below, que tem quase 60% de sua produção vinda da China, viu suas ações despencarem quase 32% na última semana. Skechers, com uma exposição de 40% a 50% à China, também sofreu perdas, com uma queda de mais de 22% em uma semana. A situação reflete um cenário de incerteza no mercado global, com as empresas buscando alternativas para mitigar os impactos das tarifas.
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