A Austrália disse não a uma proposta da China para se unir contra as tarifas altas que os Estados Unidos estão impondo. O embaixador chinês na Austrália, Xiao Qian, comentou que a única maneira de lidar com o que chamou de “bullying” dos EUA é que os países se unam. Ele pediu para que todos defendessem um comércio justo. Porém, o ministro da Defesa australiano, Richard Marles, afirmou que o país vai focar em diversificar suas relações comerciais, fortalecendo laços com a União Europeia, Indonésia, Índia, Grã-Bretanha e Oriente Médio. O primeiro-ministro, Anthony Albanese, também criticou as tarifas de Donald Trump, chamando-as de injustificadas, mas disse que a Austrália não vai retaliar. Ele destacou que a relação comercial com a China é muito importante, já que um em cada quatro empregos na Austrália depende disso. Recentemente, as tarifas dos EUA sobre produtos chineses foram aumentadas para 125%, o que mostra a intensificação da guerra comercial entre os dois países. A China é a mais afetada por essas novas tarifas.
A Austrália rejeitou, em 10 de agosto, a proposta da China de unir forças contra as tarifas impostas pelos Estados Unidos. O embaixador chinês na Austrália, Xiao Qian, afirmou que a única forma de combater o “comportamento de bullying dos EUA” é a resistência conjunta. Ele destacou a necessidade de defender o sistema comercial multilateral e promover um ambiente de comércio justo.
O ministro da Defesa australiano, Richard Marles, rapidamente refutou a oferta, afirmando que a Austrália se concentrará em diversificar suas relações comerciais. Marles mencionou que o país fortalecerá laços com a União Europeia, Indonésia, Índia, Grã-Bretanha e Oriente Médio, enfatizando que não se unirá à China em questões globais.
O primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, classificou as tarifas de Donald Trump como “injustificadas”, mas descartou qualquer retaliação. Albanese ressaltou a importância da relação comercial com a China, que representa um em cada quatro empregos na Austrália, e mencionou a recuperação de exportações que haviam sido prejudicadas.
As tarifas dos EUA sobre produtos chineses foram elevadas para 125%, conforme anunciado pela secretária de Imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt. As novas tarifas se somam a um total de 104%, refletindo a escalada da guerra comercial entre as duas potências. A China, por sua vez, continua a ser a mais afetada por essas medidas protecionistas.
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