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Banco Master levanta R$ 1,7 bilhão com fundos de pensão, mas enfrenta auditorias e resistências

Banco Master levanta R$ 1,7 bilhão em fundos de pensão, mas enfrenta auditorias e questionamentos sobre riscos e irregularidades em investimentos.

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O Banco Master levantou R$ 1,7 bilhão de fundos de pensão de servidores, mas essa estratégia gerou dúvidas e resistências. Várias instituições estão investigando os investimentos em letras financeiras do banco, e o Tribunal de Contas da União já começou auditorias. O Rioprevidência, por exemplo, investiu R$ 970 milhões, mas há indícios de irregularidades nessa operação. Em Aparecida de Goiânia, um conselho tentou barrar um investimento de R$ 50 milhões, que foi feito sem aprovação formal. No Amazonas, um investimento também está sob auditoria devido à falta de registros adequados. Em Campo Grande, um aporte de R$ 1,3 milhão foi aprovado, embora houvesse resistência. Outros fundos, como o de Cubatão, rejeitaram propostas, enquanto o fundo de São Roque aprovou quase R$ 40 milhões, que também está sendo auditado. O Banco Master, que tem R$ 2 bilhões em letras financeiras, é dirigido por Daniel Vorcaro, que enfrenta um processo na Comissão de Valores Mobiliários por suspeitas de fraudes. A Secretaria de Regimes Próprios de Previdência Social já alertou sobre os riscos desses investimentos.

O Banco Master, diante de novas regras do Banco Central que entrarão em vigor em 2024, buscou recursos nos fundos de pensão de servidores, levantando R$ 1,7 bilhão. No entanto, essa estratégia gerou resistências e questionamentos em várias instituições, levando a auditorias e apurações sobre os investimentos em letras financeiras do banco. As operações estão sendo contestadas por beneficiários, e o Tribunal de Contas da União (TCU) já iniciou investigações.

Entre os fundos de pensão, destaca-se o Rioprevidência, que investiu R$ 970 milhões em letras financeiras do Master. Técnicos do TCU apontaram indícios de irregularidades nessa operação. Além disso, em Aparecida de Goiânia, membros do conselho do instituto de previdência tentaram barrar um investimento de R$ 50 milhões em letras do banco, que foi realizado mesmo sem aprovação formal. Uma nova gestão propôs vender esses títulos, considerando a troca por um ativo mais seguro.

O investimento do instituto de previdência do Amazonas em títulos do Master também está sob auditoria, com a diretoria questionando a falta de registros e deliberações adequadas. Em Campo Grande, apesar de resistências, um aporte de R$ 1,3 milhão foi aprovado, muito abaixo do inicialmente previsto. Outros fundos, como o de Cubatão, rejeitaram propostas de investimento, enquanto o fundo de São Roque aprovou um aporte de quase R$ 40 milhões, que também está sendo auditado.

O Banco Master, que possui um total de R$ 2 bilhões em letras financeiras, tem seu presidente, Daniel Vorcaro, envolvido em um processo na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) relacionado a suspeitas de fraudes. A Secretaria de Regimes Próprios de Previdência Social do Ministério da Previdência já alertou sobre os riscos associados a esses ativos, enfatizando a importância de uma análise cuidadosa antes de novos investimentos.

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