A nova gestão do Corinthians, liderada por Augusto Melo, está investigando um grande problema financeiro. Eles descobriram que há uma dívida de cerca de 150 a 200 milhões de reais que não foi registrada no balanço de 2023, o último ano da administração anterior. Essa dívida está relacionada a impostos que não foram contabilizados corretamente. A auditoria do balanço está sendo revisada, e especialistas foram contratados para ajudar a entender a situação.
Enquanto alguns membros da nova diretoria falam sobre possíveis fraudes, outros, que fazem parte da oposição, levantam dúvidas sobre manobras políticas. O Corinthians percebeu que deveria ter registrado valores a pagar como uma reserva para possíveis perdas, o que teria mostrado um resultado financeiro melhor do que realmente era. Em 2023, essa reserva foi de apenas 10,6 milhões, bem menos do que os 25,4 milhões de 2022.
A auditoria anterior foi feita por uma empresa que não trabalha mais com o clube. A nova gestão contratou outra empresa para ajudar e está pensando em corrigir o balanço de 2023, algo que não é comum, mas é possível. A situação é complicada porque as contas do ano passado ainda não foram apresentadas, e o último relatório divulgado já mostrava um resultado negativo e um aumento da dívida em mais de 400 milhões.
O Corinthians também contratou um especialista em contabilidade para dar um parecer sobre o caso. Em 2017, o clube já teve um problema semelhante, quando foram descobertos 328 milhões de reais em contas que foram manipuladas. A gestão anterior disse que vai esclarecer a situação, mas ainda não revelou os valores exatos das dívidas encontradas. O clube só se manifestará após terminar as investigações.
A gestão do Corinthians, sob a liderança de Augusto Melo, está investigando um déficit financeiro significativo, estimado entre R$ 150 milhões e R$ 200 milhões, relacionado a dívidas tributárias não registradas no balanço de 2023, último ano da administração de Duilio Monteiro Alves. A auditoria do balanço está sendo revisada, e consultores especializados foram contratados para esclarecer a situação.
Aliados da nova diretoria falam em fraude e “maquiagem financeira”, enquanto conselheiros da oposição levantam suspeitas sobre possíveis manobras políticas. O Corinthians identificou valores a pagar que deveriam ter sido lançados como “provisão para contingências”, o que teria distorcido o resultado financeiro apresentado. Em 2023, a provisão foi de R$ 10,6 milhões, bem abaixo dos R$ 25,4 milhões registrados em 2022.
A auditoria anterior foi realizada pela RSM, que não presta mais serviços ao clube. A nova gestão contratou a GF Brasil Auditoria & Consultoria e está considerando a possibilidade de “abrir” o balanço de 2023 para realizar as correções necessárias, prática incomum, mas viável. A situação é ainda mais complicada pela demora na apresentação das contas do ano passado, com o último balancete divulgado em setembro de 2024, que já indicava um resultado financeiro negativo e um aumento da dívida em mais de R$ 400 milhões.
O Corinthians decidiu contratar Eliseu Martins, um especialista em contabilidade, para emitir um parecer sobre o caso. Em 2017, o clube já enfrentou um problema semelhante, quando foram identificados R$ 328 milhões em contas maquiadas. A gestão anterior se comprometeu a prestar esclarecimentos, mas ainda não informou os valores exatos das dívidas encontradas. O clube só se pronunciará após a conclusão das apurações.
Entre na conversa da comunidade