O preço da gasolina no Brasil subiu 24% entre janeiro de 2023 e abril de 2025, afetando o bolso dos consumidores. Esse aumento se deve à intervenção do governo Lula na política de preços da Petrobras e ao aumento do ICMS, que é um imposto que varia de estado para estado. A gasolina também é influenciada por impostos federais e pelo custo do etanol que é misturado ao combustível.
O economista Adriano Pires explica que a nova estratégia do governo Lula para os preços da Petrobras causa atrasos na atualização dos preços internacionais no Brasil. O presidente quer que a Petrobras use critérios próprios para definir os preços, o que gera incertezas. O aumento do ICMS também faz com que o preço final da gasolina suba.
Nos primeiros mandatos de Lula, os preços da gasolina foram mais estáveis. Já durante o governo de Dilma Rousseff, a economia instável e o aumento do preço do petróleo resultaram em altas significativas. No governo de Michel Temer, a Petrobras começou a seguir regras que aumentaram os preços, o que levou à greve dos caminhoneiros em 2018. Durante o governo de Jair Bolsonaro, a pandemia e mudanças na política de preços também causaram aumentos.
Atualmente, o Brasil produz apenas 4% do petróleo do mundo e importa 10% da gasolina que consome. A Petrobras, que é a principal empresa de combustíveis, enfrenta dificuldades por ter poucas refinarias e por precisar atender tanto acionistas quanto consumidores. Além disso, a falta de regras para distribuidores e revendedores permite que os preços sejam definidos livremente, pressionando ainda mais os consumidores.
O preço da gasolina no Brasil sofreu um aumento de 24% entre janeiro de 2023 e abril de 2025, impactando diretamente o orçamento dos consumidores. Esse aumento é atribuído a fatores como a intervenção do governo Lula na política de preços da Petrobras e o aumento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS), que varia conforme cada estado. A gasolina brasileira é afetada por impostos federais e estaduais, além do custo do etanol anidro, que é adicionado ao combustível.
Adriano Pires, economista e fundador do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), destaca que a nova abordagem do governo Lula em relação aos preços da Petrobras resulta em atrasos no repasse dos preços internacionais ao mercado interno. O presidente propõe um “abrasileiramento” dos preços, permitindo que a Petrobras adote critérios internos para a precificação, o que gera incertezas no mercado. O aumento do ICMS também contribui para a elevação do preço final ao consumidor.
Durante os dois primeiros mandatos de Lula, o preço da gasolina se manteve relativamente estável, em contraste com o governo de Dilma Rousseff, onde a instabilidade econômica e a alta do preço do petróleo levaram a aumentos significativos. No governo de Michel Temer, a Petrobras começou a seguir as regras do Preço de Paridade de Importação (PPI), resultando em aumentos que culminaram na greve dos caminhoneiros em 2018. Já no governo de Jair Bolsonaro, a oscilação na política de preços e a pandemia contribuíram para um aumento acentuado nos preços.
Atualmente, o Brasil produz apenas 4% do petróleo mundial e precisa importar 10% da gasolina consumida. A Petrobras, que domina o mercado de combustíveis, enfrenta desafios devido à baixa quantidade de refinarias e à necessidade de atender tanto os acionistas quanto os consumidores. A falta de regulação para distribuidores e revendedores também permite que os preços sejam definidos de forma livre, aumentando a pressão sobre os consumidores.
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