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Mercados enfrentam volatilidade com quedas acentuadas após novas tensões comerciais

Bolsas de valores enfrentam forte volatilidade com quedas acentuadas, enquanto investidores aguardam resultados financeiros de grandes bancos.

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Os mercados financeiros tiveram um dia agitado nesta quinta-feira. O S&P 500 caiu 3,46% e o Ibovespa recuou 1,13%, refletindo a incerteza sobre a guerra comercial. O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou uma pausa de 90 dias nas tarifas, mantendo uma taxa de 10% para a maioria dos países, enquanto a China enfrentará uma taxa de 145%. Essa situação gerou preocupações sobre a economia e a inflação.

O Dow Jones caiu 2,5%, perdendo mais de mil pontos, e o Nasdaq, focado em tecnologia, recuou 4,31%. As perdas vieram após um dia anterior de grandes ganhos, onde o S&P 500 subiu mais de 9%, seu maior aumento desde 2008. No Brasil, o Ibovespa seguiu a tendência negativa, com ações de petroleiras como a Petrobras caindo 6,22%. O dólar também subiu 0,92%, cotado a R$ 5,89, após uma queda no dia anterior. Os investidores agora esperam os resultados financeiros de grandes bancos e dados econômicos que podem influenciar o mercado.

Os mercados financeiros enfrentaram um dia de forte volatilidade nesta quinta-feira, com o S&P 500 caindo 3,46% e o Ibovespa recuando 1,13%, refletindo a incerteza em torno da guerra comercial. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou uma pausa de 90 dias nas tarifas, mas manteve uma taxa de 10% para a maioria dos países, enquanto a China enfrentará uma taxa de 145%. Essa situação gerou preocupações sobre o impacto econômico e a possibilidade de inflação elevada.

O Dow Jones Industrial Average teve uma queda significativa de 1.014,79 pontos, ou 2,5%, enquanto o Nasdaq Composite, que é mais focado em tecnologia, recuou 4,31%. As perdas ocorreram após um dia anterior de ganhos expressivos, onde o S&P 500 subiu mais de 9%, seu maior aumento desde 2008. A correção foi impulsionada pela volta do sentimento de aversão ao risco entre os investidores, que se mostraram cautelosos diante das incertezas comerciais.

No Brasil, o Ibovespa acompanhou a tendência negativa das bolsas globais, com as ações de petroleiras liderando as perdas. A Petrobras viu suas ações caírem 6,22%, enquanto a Prio teve uma queda ainda maior de 8,13%. O dólar também se valorizou, subindo 0,92%, cotado a R$ 5,89, após uma queda de 2,54% no dia anterior. A pressão sobre os preços do petróleo, que caiu 3% no mercado internacional, contribuiu para o desempenho negativo das ações.

Os investidores agora aguardam os resultados financeiros de grandes bancos e empresas, como Morgan Stanley, Wells Fargo e JPMorgan Chase, que devem ser divulgados na sexta-feira. Esses dados são esperados para oferecer uma visão sobre a saúde da economia dos Estados Unidos. Além disso, serão divulgados o Índice de Preços ao Produtor (PPI) de março e os dados preliminares da Sentimento de Michigan para abril, que também podem influenciar o mercado.

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