O Marrocos decidiu importar miúdos bovinos do Brasil, o que é uma boa notícia para o comércio entre os dois países. Em 2023, o Marrocos comprou mais de 43 milhões de dólares em carne, tornando o Brasil seu segundo maior fornecedor. Para 2024, as vendas brasileiras para o Marrocos devem chegar a 1,36 bilhão de dólares, com destaque para produtos como açúcar, cereais e café.
Durante um evento em Ribeirão Preto, Luis Rua, do Ministério da Agricultura, informou que, desde que Carlos Favaro assumiu o ministério, foram abertas 348 novas oportunidades de mercado para produtos agrícolas brasileiros. Ele mencionou que o foco está em mercados asiáticos, mas também é importante aproveitar as chances nas Américas, especialmente com a redução da presença dos Estados Unidos.
Rua também falou sobre a importância de abrir mercados menores, como Papua Nova Guiné, para aumentar as exportações de carne. Além disso, técnicos do Japão devem visitar o Brasil em breve para inspeções, com o objetivo de liberar a carne bovina para esse mercado, que o Brasil tenta acessar há 23 anos. O ministério também está trabalhando para melhorar as tarifas de exportação para países como México, Cingapura e na Europa. Ele destacou que abrir novos mercados exige um esforço conjunto e condições favoráveis.
O Marrocos anunciou a abertura de seu mercado para miúdos bovinos do Brasil, um passo significativo para o comércio entre os dois países. Em 2023, o Marrocos importou mais de US$ 43 milhões em produtos cárneos, consolidando o Brasil como seu segundo maior fornecedor. Para 2024, as exportações brasileiras para o país estão projetadas em US$ 1,36 bilhão, com destaque para produtos agrícolas como açúcar, cereais e café.
Durante um evento em Ribeirão Preto, o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura (Mapa), Luis Rua, informou que, desde a posse do ministro Carlos Favaro, foram realizadas 348 novas aberturas de mercado para o setor agropecuário brasileiro. Rua enfatizou que o foco está em mercados asiáticos, mas também é crucial aproveitar as oportunidades nas Américas, especialmente com a diminuição da presença dos Estados Unidos.
O secretário mencionou que a abertura de mercados menores, como Papua Nova Guiné, é relevante, pois contribui para o crescimento das exportações de carne bovina. Além disso, técnicos japoneses devem visitar o Brasil em breve para inspeções, visando a liberação da carne bovina para o Japão, um mercado que o Brasil busca acessar há 23 anos.
Rua também destacou que o Mapa está trabalhando para melhorar as tarifas de exportação para mercados estratégicos, incluindo México, Cingapura e Europa. Ele ressaltou que, enquanto fechar um mercado pode ser uma tarefa simples, abrir novas oportunidades requer um esforço coletivo e condições favoráveis.
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