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Ministro da Fazenda se reúne com senador e setor agropecuário para discutir dívidas rurais

Ministro da Fazenda se reunirá com senador e representantes do agro para discutir prorrogação de dívidas e PL da Securitização no RS.

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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, vai se encontrar com o senador Luis Carlos Heinze e representantes do setor agropecuário do Rio Grande do Sul no dia 15 de abril. O objetivo da reunião é discutir a prorrogação das dívidas dos produtores rurais, que estão enfrentando uma crise. Também será falado sobre um projeto de lei que permite transformar essas dívidas em títulos garantidos pelo governo.

Esse projeto, proposto pelo senador Heinze, pode converter dívidas em títulos de até 60 bilhões de reais. Ele abrange custos, investimentos e vendas até junho de 2025. O plano prevê um prazo de 20 anos para pagar as dívidas, uma bonificação de até 30% para quem estiver em dia com os pagamentos e juros entre 1% e 3% ao ano.

Heinze ressaltou que é essencial ter o apoio do Ministério da Fazenda para que o projeto avance, alertando que, se os produtores não forem ajudados, a situação pode piorar muito. Várias entidades do setor agropecuário, como Farsul e Fetag, também participarão da reunião, que busca soluções para a crise dos agricultores na região.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se reunirá com o senador Luis Carlos Heinze e representantes do setor agropecuário do Rio Grande do Sul no dia 15 de abril. O encontro tem como foco a prorrogação das dívidas dos produtores rurais, em meio à crise que afeta a região. Além disso, será discutido o Projeto de Lei (PL) da Securitização, que visa converter dívidas rurais em títulos garantidos pelo Tesouro Nacional.

O PL, de autoria do senador Heinze, permite a conversão de dívidas em títulos com um limite de até R$ 60 bilhões. A proposta abrange operações de custeio, investimentos e comercialização até 30 de junho de 2025. O projeto também estabelece um prazo de 20 anos para o pagamento das dívidas, uma bonificação de até 30% para produtores adimplentes e uma taxa de juros entre 1% e 3% ao ano.

Heinze destacou a importância do apoio do Ministério da Fazenda para a aprovação do projeto, afirmando que “sem socorrer os produtores gaúchos, o impacto será irreversível”. Ele enfatizou que o tempo é crucial para encontrar uma solução definitiva para a crise enfrentada pelos agricultores da região.

Representantes de diversas entidades do setor agropecuário, como Farsul, Fetag e Federarroz, também foram convidados para a reunião. O governo gaúcho participará do encontro, que busca unir esforços para enfrentar a situação crítica dos produtores rurais no estado.

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