A Nvidia recebeu um apoio importante da Morgan Stanley, que a considera uma boa opção no setor de semicondutores. A empresa manteve uma classificação positiva e um preço-alvo de 162 dólares para as ações da Nvidia, o que sugere que elas podem subir cerca de 41,7%. O analista Joseph Moore destacou que a demanda pelos produtos da Nvidia continua forte, ajudando a empresa a lidar com preocupações sobre tarifas.
Moore mencionou que os efeitos econômicos negativos sobre a Nvidia são pequenos, especialmente porque a demanda é alta no curto prazo. Embora existam desafios com tarifas, a Nvidia é vista como uma das empresas mais protegidas. A maioria dos servidores da Nvidia já é feita na América do Norte, o que facilita a produção. Além disso, os produtos feitos no México não têm tarifas, o que pode ser vantajoso. Moore também se mostrou mais preocupado com possíveis restrições de exportação do que com tarifas.
As ações da Nvidia subiram mais de 14% esta semana, após um grande aumento em um dia anterior. No entanto, ainda estão quase 20% mais baixas no acumulado do ano. A análise sugere que a Nvidia está bem posicionada para enfrentar um mercado instável, especialmente com o foco em inteligência artificial.
A Nvidia recebeu apoio da Morgan Stanley, que reafirmou a empresa como uma escolha sólida no setor de semicondutores, mantendo a classificação de “overweight” e um preço-alvo de $162. O analista Joseph Moore destacou a resiliência da demanda pelos produtos da Nvidia, que deve ajudar a empresa a superar preocupações relacionadas a tarifas. O preço-alvo sugere um potencial de valorização de aproximadamente 41,7% em relação ao fechamento de quarta-feira.
Moore observou que os impactos microeconômicos sobre a Nvidia são limitados, especialmente com a demanda forte no curto prazo. Ele mencionou que, embora os semicondutores estejam isentos de tarifas recíprocas, os desafios impostos por essas tarifas ainda são significativos. No entanto, a Nvidia é considerada uma das empresas mais protegidas, com impacto direto mínimo das tarifas.
O analista também ressaltou que a maioria das construções de servidores GB200 da Nvidia já está na América do Norte, o que facilita a adaptação da produção. Além disso, os produtos fabricados no México não são taxados sob o Acordo Estados Unidos-México-Canadá (USMCA), o que pode desincentivar a realocação da montagem final para os Estados Unidos. Moore expressou mais preocupação com possíveis controles de exportação sobre clientes multinacionais do que com tarifas.
As ações da Nvidia subiram mais de 14% esta semana, após um aumento histórico na quarta-feira. Apesar disso, os papéis ainda apresentam uma queda de quase 20% no acumulado do ano. A análise da Morgan Stanley sugere que a empresa está bem posicionada para enfrentar um ambiente econômico volátil, com um foco contínuo em gastos com inteligência artificial.
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