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Regis Dubrule busca controle da Mobly para revitalizar a marca Tok&Stok e garantir sua rentabilidade

Regis Dubrule, fundador da Tok&Stok, busca controle da Mobly após a venda da marca, alegando que a gestão atual não atende aos acionistas.

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Regis Dubrule, fundador da Tok&Stok, quer assumir o controle da Mobly após a venda da Tok&Stok para essa empresa no ano passado. Ele e sua família, que são acionistas minoritários, acreditam que a administração atual não está cuidando bem da empresa e dos acionistas. Eles propõem acabar com a poison pill, uma estratégia que protege a empresa de aquisições indesejadas, mas que, segundo Dubrule, serve mais para proteger os executivos.

Dubrule afirma que a Mobly enfrenta problemas sérios, com fornecedores e funcionários preocupados com o futuro da empresa. Ele destaca que a Tok&Stok, ao contrário da Mobly, cria produtos com design exclusivo e precisa de um bom fluxo de caixa para manter a qualidade. O plano da família inclui um acordo com credores para fazer uma oferta pública de aquisição de ações. Dubrule critica a ideia de que as duas marcas podem se beneficiar uma da outra, afirmando que a Mobly foi criada por pessoas que entendem mais de tecnologia do que de design de móveis. Ele acredita que a Mobly não pode esperar mais para melhorar seus resultados.

Se conseguir o controle, Dubrule pretende revitalizar a Tok&Stok, focando na qualidade e na essência da marca. Ele vê a Mobly como uma possível marca de entrada, mas ressalta que as duas empresas têm características diferentes. Para ele, a mudança na gestão é essencial para o futuro da Mobly.

Regis Dubrule, fundador da Tok&Stok, busca o controle da Mobly após a venda da primeira para a empresa, realizada no final do ano passado. Dubrule, que se opôs à transação, argumenta que a administração atual não atende aos interesses da empresa e de seus acionistas. Ele e sua família, acionistas minoritários, propõem a extinção da poison pill, uma estratégia de defesa contra aquisições hostis, alegando que a proteção serve mais aos interesses dos executivos do que aos da varejista.

Em entrevista, Dubrule destacou que a Mobly enfrenta dificuldades operacionais, com fornecedores e colaboradores preocupados com a continuidade da empresa. Ele enfatizou que a Tok&Stok, ao contrário da Mobly, desenvolve produtos com design exclusivo e precisa manter um fluxo de caixa saudável para garantir a qualidade. A proposta do trio inclui um acordo com credores para viabilizar uma oferta pública de aquisição de ações (OPA) por 50% mais uma ação do grupo.

Dubrule criticou a administração da Mobly, que acredita na sinergia entre as duas marcas, afirmando que essa abordagem não é viável. Ele mencionou que a Mobly foi fundada por empreendedores com formação em tecnologia, mas que não possuem a mesma compreensão do design de móveis. A administração atual defende que os números estão melhorando, mas Dubrule acredita que a empresa não tem mais tempo para esperar resultados.

Caso consiga o controle, Dubrule planeja revitalizar a Tok&Stok, restabelecendo sua essência e qualidade, além de reavaliar custos e operações. Ele acredita que a Mobly pode servir como uma marca de entrada, mas ressalta que as duas empresas têm essências diferentes. O futuro da Mobly, segundo Dubrule, depende de uma mudança na gestão e na abordagem atual, que, segundo ele, não está funcionando.

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