Analistas de Wall Street estão preocupados com a Tesla e reduziram suas previsões para o preço das ações da empresa. O UBS cortou a meta de R$ 225 para R$ 190, o que significa que as ações podem cair 30%. O Goldman Sachs ajustou sua previsão de R$ 275 para R$ 260, indicando uma pequena queda de 4%. O Mizuho diminuiu sua estimativa de R$ 430 para R$ 375, ainda sugerindo que as ações podem subir 38%.
Um analista do UBS, Joseph Spak, acredita que as expectativas de lucro para 2025 estão muito altas e podem ser revisadas para baixo. Ele também mencionou que as tarifas sobre produtos da China podem afetar a Tesla Energy. As ações da Tesla já caíram 33% neste ano, perdendo a maior parte dos ganhos que tiveram após as eleições.
Mark Delaney, do Goldman Sachs, mantém uma visão neutra, apontando que a demanda por carros e os custos das tarifas podem impactar a empresa, mas reconhece o potencial das iniciativas de inteligência artificial da Tesla. Por outro lado, Vijay Rakesh, do Mizuho, continua otimista e mantém uma classificação positiva, mesmo com a redução da meta de preço.
Após esses cortes nas previsões, as ações da Tesla caíram mais de 3% antes da abertura do mercado. A preocupação dos investidores com a demanda e a situação econômica, além das polêmicas envolvendo Elon Musk e a administração Trump, estão pressionando as ações da montadora.
Analistas de Wall Street estão se tornando cada vez mais pessimistas em relação à Tesla, à medida que novas tensões comerciais afetam o setor automotivo. Três bancos, Goldman Sachs, UBS e Mizuho, reduziram suas metas de preço para as ações da montadora. O UBS cortou a meta de R$ 225 para R$ 190, o que representa uma queda de aproximadamente 30%. O Goldman Sachs ajustou sua previsão de R$ 275 para R$ 260, indicando uma leve desvalorização de 4%. Já o Mizuho diminuiu sua estimativa de R$ 430 para R$ 375, ainda sugerindo um potencial de alta de cerca de 38%.
O analista Joseph Spak, do UBS, que mantém uma classificação de venda para as ações, afirmou que as expectativas de lucro para 2025 estão excessivamente otimistas e podem sofrer revisões negativas após os resultados do primeiro trimestre de 2025. Ele também destacou os riscos que as tarifas sobre produtos da China podem representar para a Tesla Energy. As ações da fabricante de veículos elétricos já caíram 33% neste ano, eliminando a maior parte dos ganhos obtidos após as eleições.
O analista Mark Delaney, do Goldman Sachs, reiterou sua classificação neutra, apontando que a demanda fraca por automóveis e os custos das tarifas, incluindo os relacionados à energia, podem impactar a empresa. No entanto, ele reconhece o potencial de longo prazo das iniciativas de inteligência artificial da Tesla. Por outro lado, Vijay Rakesh, do Mizuho, mantém uma visão mais otimista, reiterando sua classificação de desempenho superior, apesar da redução da meta de preço.
Após os cortes nas metas, as ações da Tesla caíram mais de 3% no pré-mercado. A crescente preocupação dos investidores com a demanda e as condições econômicas, além da controvérsia em torno do papel de Elon Musk na administração Trump, contribuem para a pressão sobre os papéis da montadora.
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