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Larry Fink, da BlackRock, alerta que EUA estão ‘muito perto de uma recessão’

Larry Fink, CEO da BlackRock, alerta sobre a proximidade de uma recessão nos EUA, destacando incertezas econômicas e impactos nos mercados.

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Larry Fink, CEO da BlackRock, disse que os Estados Unidos estão muito perto de uma recessão devido à incerteza econômica causada por tarifas comerciais do governo Trump. Em uma entrevista, ele mencionou a desaceleração da economia e a falta de previsibilidade. Os resultados do primeiro trimestre de 2025 mostraram que a BlackRock teve um lucro ajustado de US$ 11,30 por ação, superando as expectativas, mas a receita foi de US$ 5,28 bilhões, abaixo do esperado. A empresa agora tem um recorde de US$ 11,6 trilhões sob gestão. Fink criticou as tarifas anunciadas em abril, que causaram uma queda significativa nos mercados, e observou que, apesar de uma pausa de 90 dias em algumas tarifas, impostos altos sobre importações da China continuam. A BlackRock também registrou US$ 950 bilhões em contas de caixa, indicando cautela dos investidores, enquanto Fink vê oportunidades em inteligência artificial e infraestrutura, além de planejar investir mais na Europa.

O CEO da BlackRock, Larry Fink, afirmou que os Estados Unidos estão “muito perto, senão já em uma recessão” devido à incerteza econômica provocada por tarifas comerciais do governo Trump. Em entrevista à CNBC, ele destacou a desaceleração econômica e a falta de previsibilidade no cenário atual.

Os resultados do primeiro trimestre de 2025 mostraram que a BlackRock teve um lucro ajustado por ação de US$ 11,30, superando a expectativa de US$ 10,14. No entanto, a receita foi de US$ 5,28 bilhões, abaixo do consenso de US$ 5,34 bilhões. A empresa encerrou março com um recorde de US$ 11,6 trilhões sob gestão.

Fink criticou a extensão das tarifas anunciadas em 2 de abril, afirmando que foram além do que ele poderia imaginar em sua carreira de 49 anos. As tarifas provocaram uma forte queda nos mercados globais, com o S&P 500 registrando sua maior retração em dois dias desde março de 2020. Apesar de uma pausa de 90 dias em parte das tarifas, impostos de 10% e 145% sobre importações da China permanecem.

A BlackRock também observou um volume recorde de US$ 950 bilhões em contas de caixa, indicando cautela dos investidores. Fink vê oportunidades em inteligência artificial e infraestrutura, além de projetar uma maior alocação de recursos na Europa.

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