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Latache questiona Oncoclínicas sobre participação da Centaurus e possibilidade de OPA

Latache questiona participação da Centaurus na Oncoclínicas, levantando possibilidade de OPA após aquisição de 15% da empresa.

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A Latache, uma gestora de ativos, notificou a Oncoclínicas pedindo documentos sobre a participação da Centaurus, que agora possui mais de 15% da empresa. Essa situação pode levar a uma oferta pública de aquisição (OPA), devido a uma cláusula de proteção contra ofertas hostis no estatuto da companhia. Após a reorganização da Oncoclínicas em 2021, a Centaurus se tornou um acionista importante, detendo 16,05% do capital social. A Latache questiona a transparência dessa aquisição, pois a participação da Centaurus não foi mencionada antes. A gestora suspeita que a Centaurus tenha aproveitado a separação do capital do Goldman Sachs para comprar ações sem ativar a cláusula de proteção. Outros acionistas também pediram uma OPA, mas a Oncoclínicas negou essa necessidade. Para a Latache, que possui 14% da empresa, a OPA seria vantajosa, pois o estatuto prevê um prêmio de 120% sobre a maior cotação das ações no último ano. Na notificação, a Latache solicita documentos sobre a estrutura dos fundos Josephina e a comunicação entre eles e a Oncoclínicas, gerando expectativa no mercado sobre as implicações da participação da Centaurus.

A Latache, gestora de ativos de Renato Azevedo, notificou a Oncoclínicas exigindo documentos sobre a participação da Centaurus, que agora possui mais de 15% da empresa. A notificação levanta a possibilidade de uma oferta pública de aquisição (OPA), devido a uma cláusula de defesa contra ofertas hostis no estatuto da companhia.

Após a reorganização da Oncoclínicas, concluída em novembro de 2021, a Centaurus emergiu como acionista relevante, detendo 16,05% do capital social. A Latache questiona a transparência da aquisição, já que a participação da Centaurus não foi mencionada anteriormente nas comunicações da empresa. A gestora suspeita que a Centaurus tenha se beneficiado da segregação do capital do Goldman Sachs para adquirir sua fatia sem ativar a poison pill.

Outros acionistas minoritários também solicitaram uma OPA, mas a Oncoclínicas negou a necessidade dessa operação. Para a Latache, que possui 14% da empresa, a OPA representa uma oportunidade vantajosa, pois o estatuto prevê um prêmio de 120% sobre a maior cotação das ações no último ano.

Na notificação, a Latache requer documentos que detalhem a estrutura societária dos fundos Josephina e a comunicação entre eles e a Oncoclínicas. A situação gera expectativa no mercado, com investidores atentos às possíveis implicações da participação da Centaurus na companhia de tratamento oncológico.

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