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Letras de crédito imobiliário e do agronegócio crescem 15% e atingem R$ 979,1 bilhões

Estoque de LCIs e LCAs no Brasil cresce 15% em março, atingindo R$ 979,1 bilhões, impulsionando captação bancária de renda fixa.

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O estoque de Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) no Brasil cresceu mais de 15% em março, totalizando R$ 979,1 bilhões, de acordo com a B3. Esse aumento ajudou a elevar em 15,4% o total de produtos de captação bancária, que chegou a R$ 5,68 trilhões. As LCIs somaram R$ 430,4 bilhões, com um crescimento de 18,6% em relação ao ano anterior, enquanto as LCAs avançaram 15,6%, alcançando R$ 548,7 bilhões. A isenção de Imposto de Renda para pessoas físicas tem sido um fator importante para a demanda por esses investimentos. Os Certificados de Depósito Bancário (CDBs) continuam sendo a principal opção, com R$ 2,57 trilhões e 45,2% do total. As Letras Financeiras (LFs) tiveram o maior crescimento proporcional, subindo 24% para R$ 834,3 bilhões. Os Depósitos Interfinanceiros (DIs) somaram R$ 680,3 bilhões, enquanto os RDBs e as Letras Imobiliárias Garantidas (LIGs) cresceram 8,7% e 2%, respectivamente.

O estoque de Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) cresceu mais de 15% em março, totalizando R$ 979,1 bilhões, conforme levantamento da B3. Esse aumento impulsionou a alta geral de 15,4% nos produtos de captação bancária, que chegaram a R$ 5,68 trilhões.

As LCIs somaram R$ 430,4 bilhões, com um crescimento de 18,6% em relação ao mesmo mês do ano anterior. As LCAs também apresentaram um avanço significativo de 15,6%, alcançando R$ 548,7 bilhões. A isenção de Imposto de Renda para pessoas físicas tem sido um fator crucial para a demanda por esses ativos.

Os Certificados de Depósito Bancário (CDBs) continuam a ser a principal modalidade, com R$ 2,57 trilhões em estoque e 45,2% de participação no total. O crescimento anual dos CDBs foi de 14,3%. As Letras Financeiras (LFs), focadas em captações de longo prazo, registraram o maior avanço proporcional, com alta de 24%, atingindo R$ 834,3 bilhões.

Leonardo Betanho, superintendente de Produtos de Balcão da B3, afirmou que “os produtos de renda fixa seguem atraindo investidores e representam uma boa alternativa no momento atual de juros.” Os Depósitos Interfinanceiros (DIs) somaram R$ 680,3 bilhões, enquanto os RDBs e as Letras Imobiliárias Garantidas (LIGs) cresceram 8,7% e 2%, respectivamente.

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