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Mercados enfrentam incertezas com resultados mistos e previsões de queda nas orientações de lucros

Mercado de ações enfrenta incertezas com empresas suspendendo previsões de lucros; volatilidade deve persistir na próxima semana.

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O mercado de ações está passando por muita instabilidade, com o S&P 500 registrando sua maior alta em um dia desde 2008, após uma queda de 12% em quatro dias. A incerteza sobre as políticas comerciais, especialmente com a China, preocupa investidores e empresas. Recentemente, a Delta Air Lines e o Walmart suspenderam suas previsões de lucros, o que mostra a falta de clareza nas orientações financeiras. O CEO do JPMorgan Chase, Jamie Dimon, acredita que mais empresas farão o mesmo, o que pode afetar negativamente as expectativas de lucro do S&P 500. O índice de volatilidade da CBOE, que mede o medo do mercado, ultrapassou 50, indicando um ambiente de incerteza. Espera-se que os resultados financeiros do primeiro trimestre sejam mais influenciados pelas orientações do que pelos resultados em si, com uma previsão de crescimento de 10,7% nos lucros corporativos em 2025. A decisão da Delta de não atualizar sua orientação anual é rara e destaca a gravidade da situação, já que a retirada de orientações ocorreu apenas três vezes na última década. A próxima semana será importante, com a divulgação de resultados de grandes empresas.

O mercado de ações continua em alta volatilidade, com o S&P 500 registrando sua maior alta em um dia desde 2008, após uma queda de 12% em quatro dias. A incerteza em torno das políticas comerciais, especialmente com a China, preocupa investidores e empresas.

Empresas como Delta Air Lines e Walmart suspenderam suas previsões de lucros, refletindo a falta de clareza nas orientações financeiras. O CEO do JPMorgan Chase, Jamie Dimon, prevê que mais empresas seguirão esse caminho, o que pode impactar negativamente as expectativas de lucro do S&P 500.

O índice de volatilidade da CBOE, que mede o medo do mercado, ultrapassou 50, indicando um ambiente de incerteza. A expectativa é que os resultados financeiros do primeiro trimestre sejam mais influenciados pelas orientações do que pelos resultados em si, com uma previsão de crescimento de 10,7% nos lucros corporativos em 2025.

A decisão da Delta de não atualizar sua orientação anual é rara e destaca a gravidade da situação. Historicamente, a retirada de orientações ocorreu apenas três vezes na última década, o que aumenta a atenção dos analistas para os próximos dias. A próxima semana será crucial, com a divulgação de resultados de grandes empresas.

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