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Noruega se destaca na produção de bacalhau, com 27% do mercado global em 2025

Com a Páscoa se aproximando, o bacalhau norueguês se destaca no mercado brasileiro. A Noruega, responsável por 27% da produção global, enfrenta aumento de preços devido à alta demanda e cotas de pesca reduzidas. A cidade de Ålesund, conhecida como a capital do bacalhau, concentra a maior parte da produção e exportação do país. A pesca evoluiu com tecnologia, mas a tradição de secagem e salga permanece. O preço do bacalhau no Brasil pode chegar a R$ 400, refletindo a escassez e a demanda crescente.

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Com a Páscoa se aproximando, o bacalhau se torna um prato popular entre os brasileiros. A Noruega, especialmente a cidade de Ålesund, é um dos maiores produtores do mundo, respondendo por 27% do mercado global. Em 2025, a Noruega deve produzir 190 mil toneladas do total de 700 mil toneladas de bacalhau do oceano Atlântico. A pesca do bacalhau na Noruega começou na era viking, mas o método de produção conhecido como “clipfish” surgiu no final do século 17. Ålesund se destacou por sua proximidade com os locais de pesca e pela adoção de novas tecnologias que melhoraram a captura e a produção.

Atualmente, a pesca é feita com sonares e redes longas, garantindo eficiência e sustentabilidade. No entanto, os custos de produção têm aumentado, fazendo com que o preço do bacalhau suba. Em 2023, o preço por quilo aumentou de 76 coroas norueguesas em 2021 para 138 coroas no ano passado. No Brasil, o preço do bacalhau Gadus morhua varia entre R$ 150 e R$ 200 por quilo, com partes nobres chegando a R$ 400. Em 2024, a Noruega exportou 25.536 toneladas de bacalhau, sendo 3.504 toneladas destinadas ao Brasil, uma queda de 16% em relação ao ano anterior. As empresas norueguesas precisam seguir cotas de pesca para evitar a sobrepesca, e a produção envolve rigorosos controles de qualidade e sustentabilidade.

Com a Páscoa se aproximando, o bacalhau se torna o foco dos brasileiros, que tradicionalmente consomem esse peixe. A Noruega, especialmente a cidade de Ålesund, é um dos principais produtores, respondendo por 27% do mercado global de bacalhau. Em 2025, a Noruega deve produzir 190 mil toneladas do total de 700 mil toneladas de bacalhau do oceano Atlântico.

A história da pesca do bacalhau na Noruega remonta à era viking, mas o método de produção do “clipfish” começou no final do século 17. A cidade de Ålesund se destacou por sua proximidade com os locais de pesca e pela adoção de novas tecnologias, que modernizaram os processos de captura e produção. Atualmente, a pesca é realizada com o uso de sonares e redes de até 300 metros, garantindo eficiência e sustentabilidade.

Os altos custos de produção e a demanda crescente têm elevado o preço do bacalhau. Em 2023, o preço por quilo subiu de 76 coroas norueguesas em 2021 para 138 coroas no ano passado. No Brasil, o preço do bacalhau Gadus morhua varia entre R$ 150 e R$ 200 por quilo, com partes nobres chegando a R$ 400. A Noruega exportou 25.536 toneladas de bacalhau em 2024, sendo 3.504 toneladas destinadas ao Brasil, uma queda de 16% em relação ao ano anterior.

As empresas norueguesas precisam respeitar cotas de pesca para evitar a sobrepesca, um problema global. A captura e o processamento do bacalhau continuam a ser realizados com métodos tradicionais, mas agora incorporam tecnologia avançada. O bacalhau é um produto valorizado, e sua produção envolve um rigoroso controle de qualidade e sustentabilidade, refletindo a importância desse peixe na culinária brasileira e no mercado internacional.

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