O petróleo Brent e WTI estão em torno de 60 dólares por barril, o que é a menor cotação em quatro anos, devido à guerra comercial e tarifas de Donald Trump. As ações da Petrobras caíram 14% desde o anúncio de Trump em 2 de abril. Essa queda nos preços do petróleo gerou dúvidas sobre a capacidade da Petrobras de manter seus dividendos. Analistas do Itaú BBA afirmam que a empresa pode precisar aumentar sua dívida para continuar pagando aos acionistas, já que há uma diferença entre o fluxo de caixa livre e o rendimento dos dividendos. Se o preço do petróleo ficar em 65 dólares por barril, a Petrobras precisaria elevar sua dívida bruta para 64 bilhões de dólares até o final do ano, ainda abaixo do limite de 75 bilhões de dólares. No entanto, se os preços caírem para menos de 50 dólares, a dívida necessária pode ultrapassar esse limite. Os analistas destacam que a Petrobras pode optar por aumentar a dívida para priorizar os dividendos no curto prazo e mantêm a recomendação de desempenho acima da média para as ações da empresa, com um preço-alvo de 49 reais.
O petróleo Brent e WTI estão cotados em cerca de US$ 60 o barril, atingindo a menor cotação em quatro anos devido à guerra comercial e tarifas impostas por Donald Trump. As ações da Petrobras (PETR3; PETR4) caíram 14% desde o anúncio de Trump em 2 de abril.
A recente queda nos preços do petróleo gerou incertezas sobre a sustentabilidade da política de dividendos da Petrobras. Analistas do Itaú BBA alertam que a estatal pode precisar aumentar sua alavancagem para manter os pagamentos aos acionistas, considerando a diferença entre o Fluxo de Caixa Livre para o Acionista (FCFE) e o dividend yield.
O Itaú BBA estima que, se os preços do petróleo se mantiverem em US$ 65 por barril, a Petrobras precisaria elevar sua dívida bruta para US$ 64 bilhões até o final do ano. Essa quantia ainda estaria abaixo do limite de US$ 75 bilhões. No entanto, se os preços caírem para menos de US$ 50, a alavancagem necessária poderia ultrapassar esse limite.
Os analistas destacam que a Petrobras pode considerar aumentar a dívida para priorizar o pagamento de dividendos no curto prazo. Eles mantêm a recomendação de desempenho acima da média para as ações da empresa, com um preço-alvo de R$ 49.
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