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Varejo deve enfrentar quedas significativas nas vendas entre abril e junho, aponta pesquisa

Varejo enfrenta queda nas vendas, com exceção de supermercados e alimentos, que devem crescer no próximo trimestre. Análise aponta recuos significativos.

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Uma pesquisa do IBEVAR-FIA Business School mostra que as vendas no varejo devem cair entre abril e junho. O varejo restrito deve ter uma queda de 0,9%, enquanto o varejo ampliado, que inclui veículos e material de construção, deve cair 3,26%. Apenas os setores de supermercados e alimentos devem crescer, com aumentos de 1,18% e 1,03%, respectivamente. Outros setores, como móveis e eletroeletrônicos, devem enfrentar quedas significativas, com uma redução de 13,85%. Artigos de uso pessoal devem cair 15,69%, e o setor de livros é o mais afetado, com uma previsão de queda de 56,88%. Esses dados indicam um momento difícil para o varejo, que precisa se adaptar às mudanças no mercado.

A pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Varejo e Distribuição (IBEVAR) em parceria com a Fundação Instituto de Administração (FIA) aponta para uma queda no volume de vendas do varejo no trimestre de abril a junho. O varejo restrito deve apresentar uma diminuição de 0,9%, enquanto o varejo ampliado, que inclui veículos e material de construção, terá uma redução ainda maior, de 3,26%.

Os segmentos que devem se destacar positivamente são os de supermercados, com um crescimento projetado de 1,18%, e alimentos, que devem aumentar suas vendas em 1,03%. No entanto, a maioria dos outros setores enfrentará retrocessos significativos. Entre os mais afetados estão móveis e eletroeletrônicos, com uma queda de 13,85%, e artigos de uso pessoal, que devem recuar 15,69%.

Outros segmentos também apresentam resultados negativos, como material de construção (-4,87%), veículos (-3,92%) e tecidos e vestuário (-4,67%). A pesquisa revela que artigos farmacêuticos e combustíveis também devem enfrentar quedas, de 0,43% e 1,4%, respectivamente. O setor de livros é o que mais sofrerá, com uma previsão de queda de 56,88%.

Esses dados refletem um cenário desafiador para o varejo, que já enfrenta dificuldades em um contexto econômico de desaceleração. A pesquisa do IBEVAR-FIA destaca a necessidade de adaptação e estratégias eficazes para lidar com as mudanças no comportamento do consumidor e as condições do mercado.

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