Wells Fargo teve uma queda de 3,4% na receita no primeiro trimestre de 2025, totalizando R$ 20,15 bilhões, o que ficou abaixo das expectativas dos analistas. No entanto, o lucro por ação foi de R$ 1,39, superando a previsão de R$ 1,24. A empresa está otimista com a possível remoção do teto de ativos de R$ 1,95 trilhões, que foi imposto em 2018. Apesar da queda na receita, a redução de despesas e melhores provisões ajudaram a melhorar os resultados. O lucro ajustado foi de R$ 1,33, excluindo ganhos de uma venda anterior. As ações da empresa caíram cerca de 10% no ano, fechando a R$ 63. O CEO Charlie Scharf afirmou que a empresa está avançando na reestruturação, reduzindo custos e diversificando suas fontes de receita, além de investir em tecnologia e melhorar a gestão de riscos. O banco espera um crescimento de 1% a 3% na receita líquida de juros para o ano, mas alertou que os resultados podem ficar no limite inferior dessa faixa devido à incerteza econômica causada por tarifas e guerras comerciais.
Wells Fargo reportou uma queda de 3,4% na receita no primeiro trimestre de 2025, totalizando R$ 20,15 bilhões, abaixo das expectativas de analistas. Apesar disso, o lucro por ação foi de R$ 1,39, superando a previsão de R$ 1,24. A empresa está otimista quanto à possível remoção do teto de ativos de R$ 1,95 trilhões, imposto em 2018.
A receita total do banco caiu em relação ao ano anterior, mas a redução de despesas e melhores provisões ajudaram a compensar os resultados. O lucro ajustado foi de R$ 1,33, excluindo ganhos de uma venda anterior. O preço das ações caiu cerca de 10% no ano, fechando a R$ 63.
O CEO Charlie Scharf destacou que a empresa está fazendo progressos significativos na reestruturação, reduzindo custos e diversificando as fontes de receita. A Wells Fargo também está investindo em tecnologia e melhorando a gestão de riscos, o que pode facilitar a remoção do teto de ativos.
O banco espera um crescimento de 1% a 3% na receita líquida de juros para o ano, embora tenha alertado que os resultados podem ficar no limite inferior dessa faixa. A incerteza econômica, impulsionada por tarifas e guerras comerciais, continua a impactar o setor financeiro.
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