O governo da Argentina, sob a liderança do presidente Javier Milei, anunciou a suspensão parcial do controle cambial que estava em vigor desde 2019. Essa decisão foi feita após a confirmação de um pacote de US$ 20 bilhões do Fundo Monetário Internacional, que exigiu a eliminação desses controles. O novo sistema de câmbio permitirá que a taxa de câmbio oscile entre 1.000 e 1.400 pesos por dólar. O ministro da Economia, Luis Caputo, afirmou que essa mudança ajudará a normalizar a economia, que foi severamente afetada pelas restrições. As novas regras incluem a eliminação das limitações para pessoas físicas e a flexibilização das distribuições de lucros para acionistas estrangeiros a partir de 2025. O Banco Central da Argentina intervirá no mercado para manter a cotação dentro da nova faixa. A inflação, que subiu para 3,7% em março, é um desafio para o governo, que busca estabilizar a economia. O Banco Central perdeu quase 5 bilhões de dólares em reservas neste ano, e a pressão sobre a moeda pode levar a uma devaluação significativa do peso. Milei destacou que a eliminação do controle cambial é um passo importante para corrigir problemas econômicos históricos e prometeu restaurar a saúde fiscal e garantir um crescimento sustentável. Ele acredita que a Argentina está agora pronta para enfrentar turbulências internas e externas, afirmando que a inflação colapsará inevitavelmente.
O governo da Argentina, liderado pelo presidente Javier Milei, anunciou a suspensão parcial do controle cambial (cepo) em vigor desde 2019. A medida foi divulgada após a confirmação de um pacote de US$ 20 bilhões do Fundo Monetário Internacional (FMI), que exigiu a eliminação dos controles. O novo regime de câmbio terá uma faixa de 1.000 a 1.400 pesos por dólar.
O ministro da Economia, Luis Caputo, afirmou que a mudança permitirá a normalização da economia, que foi severamente afetada pelas restrições. As novas regras incluem a eliminação das limitações para pessoas físicas e a flexibilização das distribuições de lucros para acionistas estrangeiros a partir de 2025. O Banco Central da Argentina (BCRA) intervirá no mercado para manter a cotação dentro da nova faixa.
A inflação, que subiu para 3,7% em março, representa um desafio para o governo, que busca estabilizar a economia. O BCRA perdeu quase R$ 5 bilhões em reservas neste ano, e a pressão sobre a moeda pode levar a uma devaluação significativa do peso. O governo espera que os novos recursos do FMI ajudem a fortalecer as reservas e a confiança no sistema financeiro.
Milei destacou que a eliminação do cepo é um passo crucial para corrigir problemas econômicos históricos. Ele se comprometeu a restaurar a saúde fiscal e a garantir um crescimento sustentável. O presidente acredita que a Argentina está agora preparada para enfrentar turbulências internas e externas, prometendo que a inflação colapsará inevitavelmente.
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