O mercado de arte está enfrentando dificuldades devido às políticas comerciais do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Em 2024, as vendas globais de arte caíram 12%, totalizando 57,5 bilhões de dólares. As tarifas sobre produtos importados, incluindo obras de arte, geram incertezas entre especialistas. Um relatório da Art Basel e do banco UBS mostra que as vendas de obras de menor preço aumentaram 3%, enquanto as de arte contemporânea caíram 27%. Clare McAndrew, especialista do estudo, observa que a cautela dos compradores é influenciada pela instabilidade econômica e tensões geopolíticas. As vendas de obras acima de 10 milhões de dólares diminuíram 39%, enquanto as de peças abaixo de 5 mil dólares cresceram 13%. Galerias menores, com faturamento inferior a 250 mil dólares, tiveram um aumento de 17% nas vendas, ao contrário das maiores, que caíram 9%. A Confédération Internationale des Négociants en Œuvres d’Art acredita que as obras de arte não devem ser afetadas pelas tarifas, pois são únicas. Apesar da correção no mercado, há sinais de democratização, com novos colecionistas surgindo e diversificando as transações.
A incerteza no mercado de arte aumentou com as políticas comerciais do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Em 2024, as vendas globais de arte caíram 12%, totalizando 57,5 bilhões de dólares. O impacto das tarifas sobre produtos importados, incluindo obras de arte, ainda gera dúvidas entre especialistas e comerciantes.
O relatório da Art Basel e do banco UBS aponta que as transações de obras de menor preço cresceram 3%, enquanto as vendas de arte contemporânea caíram 27%. Clare McAndrew, especialista do estudo, destaca que a volatilidade econômica e as tensões geopolíticas influenciam a cautela dos compradores, que estão arriscando menos.
As vendas de obras acima de 10 milhões de dólares diminuíram 39%, enquanto as de peças abaixo de 5 mil dólares aumentaram 13%. Galerias menores, com faturamento inferior a 250 mil dólares, registraram um crescimento de 17% nas vendas, contrastando com a queda de 9% nas maiores.
A Confédération Internationale des Négociants en Œuvres d’Art (CINOA) defende que as obras de arte não devem ser afetadas pelas tarifas, pois são criações únicas. O mercado, embora em correção, mostra sinais de democratização, com novos colecionistas emergindo e diversificando as transações.
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