O presidente da Argentina, Javier Milei, anunciou o fim do controle cambial, conhecido como “cepo”, em um discurso na noite de sexta-feira, 11. Essa mudança faz parte de um novo acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI) que inclui um pacote de US$ 32 bilhões para ajudar a estabilizar a economia. Milei afirmou que a eliminação do controle cambial é um passo importante para melhorar a situação econômica do país, junto com o ajuste fiscal e o controle da emissão de dinheiro. Com essa nova política, o peso argentino será negociado entre 1.000 e 1.400 pesos por dólar, e o limite de US$ 200 para a compra de dólares foi removido. O presidente acredita que essa medida ajudará a controlar a inflação e a economia crescerá, com mais investimentos e consumo. Ele também responsabilizou administrações anteriores pelos problemas econômicos e garantiu que seu governo está preparado para enfrentar crises sem desvalorizar o peso ou aumentar impostos.
O presidente da Argentina, Javier Milei, anunciou o fim do controle cambial, conhecido como “cepo”, em um discurso de 22 minutos na noite de sexta-feira, 11. A medida, parte de um novo acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI), visa estabilizar a economia com um pacote de US$ 32 bilhões.
Milei destacou que a eliminação do controle cambial é o terceiro passo para o saneamento macroeconômico do país, ao lado do ajuste fiscal e do controle da emissão monetária. O novo programa permitirá que o Banco Central argentino aumente suas reservas para cerca de US$ 50 bilhões em maio, oferecendo segurança monetária aos cidadãos.
Com a nova política, o peso argentino será negociado em uma faixa de 1.000 a 1.400 pesos por dólar, e o limite de US$ 200 para compra de dólares por pessoas físicas foi removido. O presidente afirmou que a medida é um passo necessário para corrigir décadas de problemas econômicos e que a inflação será controlada.
Milei prometeu que a economia argentina crescerá, com um aumento no investimento e no consumo. Ele responsabilizou gestões anteriores pelos problemas econômicos e garantiu que seu governo está preparado para enfrentar crises externas sem desvalorizar o peso ou aumentar impostos.
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