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Tarifa do metrô no Rio sobe para R$ 7,90 e gera protestos entre usuários insatisfeitos

Tarifa do metrô do Rio sobe para R$ 7,90, gerando protestos por falta de qualidade e acessibilidade no serviço. Usuários exigem melhorias.

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Os passageiros do metrô do Rio de Janeiro vão pagar mais pela passagem a partir deste sábado, com o valor subindo de R$ 7,50 para R$ 7,90, um aumento de 5,33% autorizado pela Agetransp. Essa tarifa é a mais alta do Brasil, enquanto em outras cidades, como São Paulo, a passagem custa R$ 5,20. Muitos usuários estão insatisfeitos com a qualidade do serviço, reclamando da falta de acessibilidade e da superlotação nos horários de pico. Durante um protesto na cerimônia de assinatura de obras na Estação Gávea, manifestantes criticaram o novo preço. A Secretaria de Transporte explicou que o aumento segue o contrato de concessão e que, em 2023, foi adotado um índice que resultou em um aumento menor do que o que teria ocorrido com outro índice.

Os passageiros do metrô do Rio de Janeiro enfrentarão um novo aumento na tarifa, que passará de R$ 7,50 para R$ 7,90 a partir deste sábado. O reajuste de 5,33% foi autorizado pela Agetransp e segue o contrato vigente, considerando a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) nos últimos doze meses.

A comparação com outras capitais é desfavorável para os cariocas, que pagam a tarifa mais alta do Brasil. Em São Paulo, a passagem custa R$ 5,20, enquanto em Belo Horizonte e Brasília, o valor é de R$ 5,50. O diretor-presidente do metrô, Guilherme Ramalho, destacou que, apesar do preço elevado, a tarifa regulatória no Rio é a mais baixa do país, devido à ausência de subsídios, que superam 50% em outras cidades.

Usuários expressam descontentamento com a qualidade do serviço, citando a falta de acessibilidade e a superlotação nos horários de pico. A professora Heloísa Monteiro relatou que, mesmo pagando quase R$ 8, enfrenta condições indignas durante o rush. O aposentado José Carvalho Marinho, de 72 anos, também enfrentou dificuldades com elevadores fora de serviço na estação de Inhaúma.

O aumento gerou protestos durante a cerimônia de assinatura de documentos para obras na Estação Gávea. Manifestantes criticaram o novo valor, afirmando que “R$ 7,90 é um esculacho”. A Secretaria de Estado de Transporte e Mobilidade Urbana (Setram) informou que o reajuste segue o contrato de concessão e que, em 2023, foi negociada a adoção do IPCA, que resultou em um aumento menor do que o que teria ocorrido com o IGP-M.

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