O Largo da Batata, em Pinheiros, São Paulo, é um local histórico que começou a ser conhecido na década de 1920, quando agricultores vendiam batatas. Hoje, a área está se valorizando com novos empreendimentos residenciais e comerciais, e o preço do metro quadrado chegou a R$ 21 mil. O preço médio em Pinheiros é de R$ 17.976, com um aumento de 7,8% em um ano. Os imóveis ao redor do Largo variam de R$ 574.350 a R$ 1.678.099. Empresas como SKR, Benx e You.Inc estão investindo na região, com projetos como o Ollie 117, que já vendeu 60% das unidades. A área também abriga o projeto Lapi, desenvolvido pela Jacarandá Capital, que inclui lojas e restaurantes. Especialistas acreditam que a valorização ainda pode crescer, especialmente com um leilão de Cepacs que pode aumentar o potencial de construção na região.
O Largo da Batata, localizado em Pinheiros, São Paulo, é um ponto comercial histórico que remonta à década de 1920, quando agricultores vendiam batatas e outros produtos. Recentemente, a região tem atraído novos empreendimentos residenciais e corporativos, com preços de metro quadrado chegando a R$ 21 mil.
Dados do Índice FipeZap mostram que o preço médio do metro quadrado em Pinheiros é de R$ 17.976, com um aumento de 7,8% em um ano. No entorno do Largo da Batata, os imóveis variam de R$ 574.350 a R$ 1.678.099. Investidores como SKR, Benx e You.Inc estão desenvolvendo novos projetos, aproveitando a valorização da área.
O projeto Ollie 117, da SKR, oferece unidades que vão de studios a apartamentos de três dormitórios, além de um espaço de coworking. O diretor de desenvolvimento da SKR, João Leonardo Castro, afirmou que 60% das unidades já foram vendidas. A região, que abriga grandes marcas, está se tornando um polo de atração para empresas de tecnologia e serviços.
Além disso, a Jacarandá Capital adquiriu diversos imóveis na área e desenvolveu o projeto Lapi, que inclui lojas e restaurantes. Especialistas acreditam que a valorização do Largo da Batata ainda não atingiu seu pico, indicando oportunidades para investidores, especialmente com o próximo leilão de Cepacs, que deve aumentar o potencial construtivo da região.
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