O governo argentino anunciou uma nova fase de liberalização cambial, permitindo que o dólar flutue entre 1.000 e 1.400 pesos. A decisão foi feita durante uma coletiva de imprensa na Casa Rosada, onde ministros assistiram ao anúncio por monitores. O objetivo é iniciar a fase três da gestão do presidente Javier Milei, com a expectativa de um superávit fiscal e novos desembolsos do Fundo Monetário Internacional (FMI). O ministro da Economia, Luis Caputo, afirmou que a flutuação do dólar não é uma preocupação imediata e que o foco está na sustentabilidade do plano econômico. Ele destacou que a nova abordagem se baseia em dados concretos e acredita que a redução da quantidade de pesos em circulação ajudará a estabilizar a economia, prevendo um câmbio em torno de 650 pesos com a entrada de dólares. O controle cambial será amplamente reduzido, permitindo que pessoas e empresas realizem operações mais livres. O “dólar poupança” será eliminado, e as empresas poderão repatriar lucros a partir de 2025, embora ainda enfrentem algumas restrições. O primeiro desembolso do FMI, no valor de 12 bilhões de dólares, está previsto para terça-feira, seguido de mais 2 bilhões em junho. O governo espera um superávit fiscal de 1,6% do PIB para 2025, acima da meta anterior de 1,3%. A equipe econômica acredita que a nova política cambial e a redução de gastos públicos contribuirão para a estabilidade econômica e que a inflação deve cair rapidamente com as novas medidas.
O governo argentino anunciou uma nova fase de liberalização cambial, permitindo que o dólar flutue entre 1.000 e 1.400 pesos. A decisão foi divulgada em uma coletiva de imprensa na Casa Rosada, onde ministros assistiram ao anúncio por monitores. O objetivo é iniciar a fase três da gestão do presidente Javier Milei, com a expectativa de um superávit fiscal e novos desembolsos do Fundo Monetário Internacional (FMI).
O ministro da Economia, Luis Caputo, afirmou que a flutuação do dólar não é uma preocupação imediata e que o foco está na sustentabilidade do plano econômico. Ele destacou que a nova abordagem não se baseia em expectativas, mas em dados concretos. O governo acredita que a redução da quantidade de pesos em circulação ajudará a estabilizar a economia, prevendo um câmbio em torno de 650 pesos com a entrada de dólares.
A partir de agora, o controle cambial será amplamente reduzido, permitindo que pessoas físicas e empresas realizem operações mais livres. O chamado “dólar poupança” será eliminado, e as empresas poderão repatriar lucros a partir de 2025, embora ainda enfrentem algumas restrições. O primeiro desembolso do FMI, no valor de US$ 12 bilhões, está previsto para terça-feira, seguido de mais US$ 2 bilhões em junho.
O governo argentino espera um superávit fiscal de 1,6% do PIB para 2025, acima da meta anterior de 1,3%. A equipe econômica acredita que a nova política cambial e a redução de gastos públicos contribuirão para a estabilidade econômica. Apesar das incertezas, o governo se mostra otimista em relação ao futuro, afirmando que a inflação deve cair rapidamente com as novas medidas.
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