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Estados ainda aplicam alíquota única no ITCMD, mas mudanças são esperadas até 2026

Seis estados ainda não adotaram a progressividade no ITCMD, mas mudanças estão previstas para 2026. São Paulo discute propostas para aumentar a arrecadação.

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Seis estados brasileiros ainda usam alíquota única no Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD), o que vai contra a nova regra de progressividade da reforma tributária de 2023. Esses estados são São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, Mato Grosso do Sul e Roraima. Mudanças devem ocorrer até 2026, mas dependem de regulamentações que ainda estão em andamento. Em São Paulo, o governo espera finalizar o processo de regulamentação antes de apresentar uma proposta. O Espírito Santo está analisando como aplicar a nova regra e planeja enviar uma proposta à assembleia no segundo semestre. O Mato Grosso do Sul também está estudando as alíquotas, mas não fará mudanças neste ano. A reforma tornou a progressividade obrigatória, mas não definiu prazos ou penalidades para os estados que não se adaptarem. Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia e Piauí já ajustaram suas leis. A maioria dos estados já usava múltiplas alíquotas antes da reforma, após uma decisão do Supremo Tribunal Federal em 2013. Existe uma confusão sobre o que significa progressividade, pois alguns estados aplicam alíquotas diferentes por faixas, enquanto outros usam uma única alíquota sobre o total. Isso pode causar interpretações diferentes e dificultar a aplicação uniforme do ITCMD. A arrecadação desse imposto já atingiu recordes em 2024, com muitas doações feitas antes de possíveis aumentos nas alíquotas.

Seis estados brasileiros ainda aplicam a alíquota única no Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD), desrespeitando a nova exigência de progressividade estabelecida pela reforma tributária de 2023. Os estados são São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, Mato Grosso do Sul e Roraima. Mudanças estão previstas para 2026, mas a implementação ainda depende de regulamentações em andamento.

Em São Paulo, o governo estadual aguarda a conclusão do processo de regulamentação antes de apresentar sua proposta. O Espírito Santo estuda a melhor forma de aplicar a nova regra e planeja enviar uma proposta à assembleia no segundo semestre. O Mato Grosso do Sul também está avaliando as alíquotas, afirmando que não haverá mudanças neste ano.

A reforma de 2023 tornou a progressividade obrigatória, mas não definiu prazos ou sanções para os estados que não se adaptarem. Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia e Piauí já ajustaram suas legislações, enquanto Minas Gerais e Roraima não informaram quando farão as alterações. A maior parte dos estados já utilizava múltiplas alíquotas antes da reforma, após uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em 2013.

A divergência sobre o conceito de progressividade ainda persiste entre os estados. Alguns aplicam alíquotas diferentes por faixas, enquanto outros utilizam uma única alíquota sobre o total. Essa falta de definição pode levar a interpretações variadas, dificultando a uniformidade na aplicação do ITCMD. A arrecadação desse imposto já bateu recordes em 2024, impulsionada por doações realizadas antes de possíveis aumentos nas alíquotas.

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