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Indústria têxtil em declínio: moradores da Carolina do Sul rejeitam retorno ao passado

Tarifas de Trump geram tensão na Carolina do Sul, onde a indústria têxtil é lembrada com desdém e o futuro da manufatura é incerto.

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A indústria têxtil da Carolina do Sul, que foi forte na década de 1970, caiu em declínio desde os anos 1990 por causa da automação e da competição internacional. Recentemente, o presidente Donald Trump suspendeu tarifas sobre importações, o que gerou preocupações entre líderes locais sobre a proteção de empregos em indústrias modernas, como a BMW. Adolphus Jones, um aposentado de Union, afirma que a indústria têxtil está morta e questiona por que a nova geração gostaria de trabalhar nesse setor. A economia local, que sofreu com o fechamento de fábricas, agora depende de empresas como a BMW, que investiu mais de 14 bilhões de dólares na região e emprega mais de 11 mil pessoas. O governador da Carolina do Sul, Henry McMaster, apoia as tarifas de Trump, mas empresários temem que isso possa prejudicar o crescimento econômico. Carlos Phillips, presidente da Câmara de Comércio de Greenville, expressou preocupação com críticas ao modelo de negócios da BMW. Embora a indústria têxtil ainda exista, ela se concentra em produtos especializados. Don Harkins, presidente da Sociedade do Patrimônio Têxtil de Greenville, acredita que uma nova abordagem tecnológica poderia atrair jovens, mas muitos, como Jones, veem o passado têxtil como algo que não deve ser resgatado.

Na Carolina do Sul, a indústria têxtil, que prosperou na década de 1970, enfrenta um colapso desde os anos 1990 devido à automação e à concorrência externa. Recentemente, o presidente Donald Trump suspendeu tarifas sobre importações, gerando preocupações entre líderes locais sobre a segurança de empregos em indústrias modernas, como a BMW.

Adolphus Jones, aposentado de Union, critica a ideia de reviver a indústria têxtil, afirmando que “a indústria têxtil está morta” e questionando o interesse da nova geração em trabalhar nesse setor. A economia local, que sofreu com o fechamento de fábricas, agora depende de empresas como a BMW, que investiu mais de US$ 14,8 bilhões na região e emprega mais de 11 mil pessoas.

O governador da Carolina do Sul, Henry McMaster, defende as tarifas de Trump, mas empresários temem que isso possa prejudicar o crescimento econômico. Carlos Phillips, presidente da Câmara de Comércio de Greenville, expressou preocupação com os comentários do conselheiro comercial da Casa Branca, Peter Navarro, que criticou o modelo de negócios da BMW na região.

Embora a indústria têxtil ainda exista, ela se concentra em produtos especializados. Don Harkins, presidente da Sociedade do Patrimônio Têxtil de Greenville, acredita que uma nova abordagem tecnológica poderia atrair jovens. No entanto, muitos, como Jones, veem o passado têxtil como algo que não deve ser resgatado.

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