Em 2025, o Brasil vai licitar a hidrovia do rio Paraguai, que faz parte do Programa Geral de Outorgas. O edital deve sair no segundo semestre de 2024 e o investimento previsto é de 63,8 milhões de reais. A expectativa é movimentar 15 milhões de toneladas até 2030. Essa hidrovia terá 600 quilômetros de extensão, ligando Corumbá (MS) à foz do rio Apa, e o concessionário será responsável por dragagem e sinalização. A tarifa inicial pode ser de 1,27 real por tonelada, mas pode ser ajustada. Além do rio Paraguai, o governo planeja leiloar a hidrovia do rio Madeira em 2026, com um investimento de 109 milhões de reais e a meta de movimentar 21 milhões de toneladas. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social vai financiar os interessados nas concessões, que também incluem outras hidrovias prioritárias. O transporte aquaviário é importante para reduzir custos logísticos, especialmente para produtos de baixo valor. No entanto, há riscos relacionados às condições dos rios e à nova regulação, e o governo já está realizando obras de manutenção em rios afetados por problemas climáticos.
O Brasil dará um passo significativo em 2025 com a licitação da hidrovia do rio Paraguai, parte do Programa Geral de Outorgas (PGO). O edital, previsto para o segundo semestre de 2024, envolve um investimento de R$ 63,8 milhões e a expectativa é movimentar 15 milhões de toneladas até 2030.
O trecho sul da hidrovia, que se estende por 600 quilômetros de Corumbá (MS) até a foz do rio Apa, terá obrigações para o concessionário, incluindo dragagem e sinalização. O Ministério de Portos e Aeroportos (Mpor) destaca que a tarifa inicial pode ser de R$ 1,27 por tonelada, mas poderá ser ajustada conforme as necessidades do leilão.
Além do rio Paraguai, o governo planeja leiloar a hidrovia do rio Madeira em 2026, com um investimento de R$ 109 milhões e a meta de movimentar 21 milhões de toneladas. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) financiará os interessados nas concessões, que incluem outras hidrovias prioritárias.
A eficiência do transporte aquaviário é crucial para reduzir custos logísticos, especialmente para produtos de baixo valor agregado. A advogada Marina Anselmo Schneider alerta para os riscos hidrológicos e regulatórios que podem impactar a capacidade das hidrovias, enquanto o governo já realiza obras de manutenção em rios afetados por condições climáticas adversas.
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