São Paulo começou 2025 com um aumento na ocupação de escritórios, alcançando a menor taxa de vacância desde 2020, que ficou em 19,3% no primeiro trimestre. A absorção líquida foi de 92 mil m², 6% a mais do que no final de 2024. Todas as regiões da cidade mostraram crescimento, especialmente Chucri Zaidan, Alphaville e Chácara Santo Antônio, com empresas dos setores de serviços, finanças, indústria e varejo se mudando para novos espaços. No Rio de Janeiro, a taxa de vacância foi de 27,3% e a absorção líquida foi de 13 mil m². Algumas empresas deixaram seus escritórios nas áreas da Cidade Nova e do Porto Maravilha, mas houve progresso em todas as regiões analisadas. Esses dados mostram uma recuperação gradual do mercado imobiliário de escritórios nas duas maiores cidades do Brasil.
São Paulo iniciou 2025 com um aquecimento na ocupação de escritórios, atingindo a menor taxa de vacância desde 2020, com 19,3% no primeiro trimestre. A absorção líquida foi de 92 mil m², refletindo um aumento de 6% em relação ao final de 2024.
Todas as regiões analisadas pela consultoria imobiliária Newmark apresentaram crescimento na ocupação, com destaque para Chucri Zaidan, Alphaville e Chácara Santo Antônio. O aumento é atribuído a movimentações de empresas nos setores de serviços, finanças, indústria e varejo.
No Rio de Janeiro, o cenário também se mostrou estável, com uma taxa de vacância de 27,3% e uma absorção líquida de 13 mil m². O movimento foi impactado por empresas que deixaram seus escritórios nas regiões da Cidade Nova e do Porto Maravilha, mas houve avanços em todas as áreas mapeadas.
Esses dados indicam uma recuperação gradual do mercado imobiliário de escritórios nas duas maiores cidades do Brasil, sinalizando uma adaptação às novas dinâmicas de trabalho pós-pandemia.
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