O IBGE divulgou que a taxa de desemprego no Brasil é de 6,8%, a menor desde 2014, o que gerou discussões nas redes sociais sobre a influência do Bolsa Família nesse número. O colunista Nery, em sua coluna, explicou que a taxa considera apenas as pessoas que estão ativamente procurando trabalho, e ser beneficiário do Bolsa Família não muda isso. Ele destacou que a taxa não inclui quem não busca emprego, como estudantes, aposentados e donas de casa, além de pessoas que desistiram de procurar trabalho ou que não querem trabalhar. Portanto, quem recebe o Bolsa Família pode ser contado como desempregado se estiver buscando emprego, mas não é considerado se não estiver procurando.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou uma taxa de desemprego de 6,8%, a menor desde 2014. O dado gerou debates nas redes sociais, onde muitos questionam a influência do Bolsa Família na redução do índice.
O colunista Nery, em sua coluna no Estadão, esclarece que a taxa considera apenas aqueles que estão ativamente à procura de trabalho. Ser beneficiário do Bolsa Família não altera a contagem. O critério principal é a busca ativa por emprego.
Nery explica que a taxa de desemprego não inclui pessoas que não estão procurando trabalho, como estudantes, aposentados e donas de casa. Ele também menciona os desalentados, que desistiram de procurar emprego, e aqueles que não desejam trabalhar.
Assim, quem recebe o Bolsa Família pode ser contado como desempregado, desde que esteja buscando emprego. Caso contrário, não é considerado na estatística do IBGE.
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