O dólar futuro caiu 0,11% na segunda-feira, 14 de abril, fechando a 5.874,5 pontos, após os Estados Unidos anunciarem isenções tarifárias para produtos eletrônicos da China, o que ajudou a valorizar o real. As expectativas de inflação nos EUA subiram para 3,6%, o maior nível desde outubro de 2023, o que traz incertezas para os traders que operam o mini dólar. O suporte do minidólar está em 5.833 pontos, onde foram notados sinais de fraqueza. No gráfico de 15 minutos, o minidólar ainda está acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, o que pode permitir algumas recuperações, mas se romper a faixa de suporte em 5.862,5/5.841,5 pontos, a queda pode se intensificar. Para mudar essa tendência, é necessário superar a resistência em 5.876/5.888,5 pontos. A análise do gráfico diário mostra fraqueza, com o ativo não conseguindo passar da média móvel de 200 períodos. Se perder a mínima recente em 5.833 pontos, a pressão vendedora pode aumentar, enquanto romper a média de 200 períodos em 5.892 pontos poderia abrir espaço para novas altas, mirando a resistência entre 5.975/6.000 pontos. O Índice de Força Relativa está em 52,76, indicando que é preciso volume para confirmar qualquer movimento.
O dólar futuro encerrou a segunda-feira, 14 de abril, com queda de 0,11%, cotado a 5.874,5 pontos. Essa valorização do real ocorreu após os Estados Unidos anunciarem isenções tarifárias para produtos eletrônicos, especialmente da China, aliviando as tensões comerciais e beneficiando moedas de países emergentes.
A pesquisa do Federal Reserve de Nova York revelou que as expectativas de inflação nos EUA atingiram 3,6%, o maior nível desde outubro de 2023. Esse cenário de volatilidade afeta os traders que operam o mini dólar, que precisam ajustar suas estratégias em um ambiente econômico em rápida mudança. O suporte do minidólar está em 5.833 pontos, onde sinais de fraqueza foram observados.
No gráfico de 15 minutos, o minidólar ainda se mantém acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, indicando a possibilidade de repiques, desde que haja volume comprador. Contudo, um rompimento da faixa de suporte em 5.862,5/5.841,5 pontos pode intensificar a queda, com alvos em 5.833/5.810 pontos. Para reverter essa tendência, é necessário superar a resistência em 5.876/5.888,5 pontos.
A análise do gráfico diário mostra fraqueza, com o ativo falhando em superar a média móvel de 200 períodos. A perda da mínima recente em 5.833 pontos pode levar a uma pressão vendedora, enquanto um rompimento da média de 200 períodos em 5.892 pontos abriria espaço para novas altas, mirando a faixa de resistência entre 5.975/6.000 pontos. O Índice de Força Relativa (IFR 14) permanece em 52,76, reforçando a necessidade de volume para confirmar qualquer movimento.
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