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Expectativa de alta nas vendas no varejo pode mascarar fragilidade da demanda real

Vendas no varejo devem mostrar alta de 1,2% em março, mas incertezas sobre tarifas podem impactar resultados e ações do setor.

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O relatório de vendas no varejo de março será divulgado nesta quarta-feira, com economistas esperando um aumento de 1,2% em relação a fevereiro. Esse crescimento é atribuído a compras antecipadas antes da aplicação de tarifas. Apesar do número parecer positivo, analistas alertam que a realidade pode ser diferente. As vendas de automóveis podem ter um aumento de até 11%, mas isso pode resultar em uma demanda fraca nos meses seguintes. A Goldman Sachs prevê um crescimento de 0,5% nas vendas, excluindo automóveis, gasolina e materiais de construção. As ações do varejo, como o ETF SPDR S&P Retail e a Home Depot, estão 22% e 19% abaixo de seus máximos históricos. Alguns analistas acreditam que um relatório forte pode levar a uma recuperação temporária dessas ações, enquanto outros esperam que os resultados não atendam às expectativas, sugerindo a venda de ações de varejo a curto prazo. A expectativa é que o cenário econômico continue desafiador, especialmente nas áreas de viagens e lazer.

O relatório de vendas no varejo de março deve ser divulgado nesta quarta-feira, com economistas prevendo um aumento de 1,2% em relação a fevereiro. Essa expectativa surge em meio a incertezas comerciais e tarifas que têm impactado o mercado desde abril. A previsão é que o aumento seja impulsionado por compras antecipadas antes da implementação de tarifas.

Embora o número geral possa parecer positivo, analistas alertam que a realidade pode ser diferente. O economista sênior da SMBC Nikko Securities, Troy Ludtka, destaca que as vendas de automóveis podem ter um aumento de até 11%, mas isso pode resultar em uma demanda fraca nos meses seguintes. A Goldman Sachs estima um crescimento de 0,5% nas vendas, excluindo automóveis, gasolina e materiais de construção.

As ações do varejo, como o ETF SPDR S&P Retail (XRT) e a Home Depot, estão 22% e 19% abaixo de seus máximos históricos, respectivamente. O estrategista-chefe da Freedom Capital Markets, Jay Woods, acredita que um relatório forte pode levar a uma recuperação temporária dessas ações, que foram severamente impactadas.

Por outro lado, alguns analistas, como Malcolm Ethridge, preveem que os resultados podem não atender às expectativas, sugerindo uma venda de ações de varejo a curto prazo. Jimmy Lee, fundador do Wealth Consulting Group, também espera um relatório mais fraco, especialmente nas áreas de viagens e lazer. A expectativa é que o cenário econômico continue desafiador.

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