A família Dubrule, que fundou a Tok&Stok, começou uma disputa pelo controle do Grupo Toky, que surgiu após a aquisição da Tok&Stok pela Mobly em agosto de 2024. Em 28 de fevereiro, eles apresentaram uma oferta hostil com um desconto de cerca de 50% sobre o valor das ações, propondo R$ 0,68 por ação, enquanto o fechamento anterior foi de R$ 1,39. Desde então, as ações caíram para R$ 0,99, refletindo uma desvalorização de 50% em um ano. A Mobly argumenta que o desconto pode chegar a 85%, considerando o valor patrimonial das ações. A disputa gera incertezas para investidores e fornecedores, e uma Assembleia Geral Ordinária está marcada para 28 de abril, onde a proposta dos Dubrule será votada. O consultor Marco Gonçalves, da CVPar Business Capital, acredita que a oferta não é justa e defende que a empresa deve ser valorizada, destacando sinergias potenciais de R$ 135 milhões anuais. A Home24, que possui 44,38% do capital, sinalizou apoio à proposta dos Dubrule, mudando sua posição anterior e buscando retirar cláusulas que protegem os acionistas em casos de ofertas hostis, o que aumenta a incerteza sobre o futuro do Grupo Toky.
A família Dubrule, fundadora da Tok&Stok, iniciou uma disputa pelo controle do Grupo Toky, formado após a aquisição da Tok&Stok pela Mobly em agosto de 2024. A oferta hostil, apresentada em 28 de fevereiro, inclui um desconto de cerca de 50% sobre o valor das ações, gerando incertezas sobre o futuro da empresa.
O preço proposto pelos Dubrule é de R$ 0,68 por ação, enquanto o fechamento anterior foi de R$ 1,39. Desde então, as ações caíram para R$ 0,99, refletindo uma desvalorização de 50% em doze meses. A Mobly argumenta que o desconto pode chegar a 85%, considerando o valor patrimonial das ações e cláusulas de proteção para acionistas.
A disputa afeta investidores e fornecedores, com a Assembleia Geral Ordinária (AGO) marcada para 28 de abril, onde a proposta dos Dubrule será votada. O consultor Marco Gonçalves, da CVPar Business Capital, defende que a oferta não é justa e que a empresa deve ser valorizada, ressaltando o potencial de sinergias de R$ 135 milhões anuais.
A Home24, acionista com 44,38% do capital, sinalizou apoio à proposta dos Dubrule, contrariando a posição anterior. A empresa busca retirar cláusulas que protegem os direitos dos acionistas em casos de ofertas hostis. A situação gera um clima de incerteza sobre o futuro do Grupo Toky e suas operações.
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