A ASML, que fabrica máquinas para fazer chips, viu suas ações caírem mais de 7% depois de anunciar que os pedidos no primeiro trimestre de 2025 ficaram quase 1 bilhão de euros abaixo do esperado. A empresa enfrenta incertezas por causa de tarifas comerciais e da demanda de clientes como TSMC e Intel, o que afeta suas previsões financeiras. Durante a apresentação dos resultados, a ASML disse que não consegue medir o impacto das tarifas, o que levou a uma previsão de margem maior para o próximo trimestre. A empresa espera que, se a demanda por inteligência artificial continuar forte, as vendas em 2025 possam ficar entre 30 bilhões e 35 bilhões de euros, mas a incerteza com clientes importantes pode reduzir esse número. Os pedidos totalizaram 3,94 bilhões de euros, enquanto os analistas esperavam 4,82 bilhões. O CEO da ASML, Christophe Fouquet, comentou que a situação econômica é instável e que as tarifas dos Estados Unidos podem dificultar o envio de novos sistemas. Além disso, o governo holandês também impôs restrições às exportações de suas máquinas, aumentando a pressão sobre a empresa em um mercado já afetado por tensões comerciais.
A ASML, fabricante de máquinas de litografia, viu suas ações caírem mais de 7% após reportar pedidos no primeiro trimestre de 2025 que ficaram quase 1 bilhão de euros abaixo das expectativas do mercado. A empresa enfrenta incertezas relacionadas a aranceles e à demanda de clientes como TSMC e Intel, o que impacta suas previsões financeiras.
Durante a apresentação de resultados, a ASML admitiu não conseguir quantificar o impacto dos aranceles, levando a uma previsão de margem maior para o segundo trimestre. A empresa espera que, se a demanda por inteligência artificial (IA) continuar forte, poderá atingir vendas entre 30 bilhões e 35 bilhões de euros em 2025. Contudo, a incerteza com clientes importantes pode reduzir esse número.
Os pedidos totalizaram 3,94 bilhões de euros, enquanto analistas esperavam cerca de 4,82 bilhões de euros. Simon Coles, da Barclays, destacou que a ASML precisaria de 3 bilhões a 5 bilhões de euros em pedidos trimestrais para atender às expectativas. A queda nas vendas para a China, que representou 27% das vendas líquidas, também preocupa, uma vez que a empresa prevê que esse número caia para 20% em 2025.
O CEO da ASML, Christophe Fouquet, afirmou que a situação macroeconômica é dinâmica e que os aranceles impostos pelos Estados Unidos podem criar barreiras adicionais para o envio de novos sistemas. O governo holandês também impôs restrições às exportações de máquinas de litografia, aumentando a pressão sobre a empresa em um mercado já afetado por tensões comerciais.
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