Após rumores de que a China pararia de comprar aviões da Boeing, o porta-voz do Ministério do Exterior da China, Lin Jian, elogiou a aviação brasileira e a parceria com o Brasil, sem confirmar o boicote. A Bloomberg havia noticiado que, devido a tarifas de 145% impostas pelos Estados Unidos, o governo chinês teria instruído suas companhias aéreas a não adquirirem mais aeronaves da Boeing. Essa notícia fez as ações da Boeing caírem 2,4% em Nova York, enquanto as da Embraer subiram 3%, levantando especulações sobre uma possível mudança de fornecedores. Lin Jian ressaltou a importância do Brasil na aviação e a cooperação entre os dois países, afirmando que as companhias aéreas chinesas mantêm uma colaboração significativa com o Brasil. No entanto, analistas alertam que os aviões da Embraer, que são menores, não competem diretamente com os grandes modelos da Boeing. Na manhã do dia 16, as ações da Embraer abriram em queda de 0,7%, enquanto os papéis da Boeing indicavam uma queda de 0,8% na pré-abertura do mercado em Wall Street, gerando incertezas no setor de aviação global.
Após rumores de que a China suspenderia compras da Boeing, o porta-voz do Ministério do Exterior da China, Lin Jian, elogiou a aviação brasileira e a parceria com o Brasil, sem confirmar o boicote. A declaração foi feita em coletiva de imprensa no dia 16 de abril.
A Bloomberg havia noticiado que, em resposta a tarifas de 145% impostas pelos Estados Unidos, o governo chinês teria ordenado que suas companhias aéreas não comprassem mais aeronaves da Boeing. Essa informação causou queda de 2,4% nas ações da fabricante americana em Nova York. Em contrapartida, as ações da Embraer subiram 3%, alimentando especulações sobre uma possível mudança de fornecedores.
Lin Jian destacou a importância do Brasil na aviação, afirmando que a China valoriza a cooperação com o país em diversos setores. Ele mencionou que as companhias aéreas chinesas mantêm uma colaboração significativa com o Brasil, alinhada aos princípios de mercado. Contudo, analistas do setor aéreo alertam que os aviões da Embraer, menores, não competem diretamente com os modelos de grande porte da Boeing.
Na manhã do dia 16, as ações da Embraer abriram em queda de 0,7%, enquanto os papéis da Boeing indicavam uma queda de 0,8% na pré-abertura do mercado em Wall Street. A situação continua a gerar incertezas no setor de aviação global, com investidores atentos às possíveis consequências da tensão comercial entre as duas potências.
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