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Heineken registra queda de 2,1% nas vendas, mas ações sobem com sinais de recuperação

Heineken registra queda de 2,1% nas vendas de cerveja, mas ações sobem 12% em 2024. Crescimento na Ásia-Pacífico e África compensa perdas.

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A Heineken informou que suas vendas de cerveja caíram 2,1% no primeiro trimestre de 2025, mas esse resultado foi melhor do que o esperado. O atraso da Páscoa afetou a demanda na Europa e nas Américas, mas o crescimento na Ásia-Pacífico e na África ajudou a compensar as perdas. As ações da empresa subiram 12% desde o início do ano. O Vietnã, que estava enfrentando dificuldades, teve uma recuperação com boas vendas durante o festival Tet. Na Nigéria, as vendas também foram positivas, assim como no Egito e na Argélia. Nos Estados Unidos, as vendas caíram devido a gastos baixos entre consumidores hispânicos. A Heineken enfrenta desafios como tarifas nos EUA e instabilidade econômica, mas mais de 95% de sua produção é feita localmente. A previsão de lucro para 2025 continua a mesma, com expectativa de crescimento entre 4% e 8%. Analistas destacam que a estratégia de focar em marcas premium está atraindo consumidores, mesmo em tempos difíceis, com a marca Heineken representando 27% do volume total e crescendo 4,6% de forma orgânica no trimestre. A empresa continua a se concentrar em mercados importantes como Vietnã, México, Brasil e Índia.

A Heineken anunciou que seus volumes de cerveja caíram 2,1% no primeiro trimestre de 2025, um resultado melhor do que o esperado. O atraso da Páscoa impactou a demanda na Europa e nas Américas, mas o crescimento na Ásia-Pacífico e na África ajudou a mitigar as perdas. As ações da empresa subiram 12% desde o início do ano.

A cervejaria destacou que as remessas foram afetadas pelo feriado, mas ainda assim superaram as expectativas. O Vietnã, que havia enfrentado dificuldades, apresentou recuperação com vendas fortes durante o festival Tet. Na Nigéria, os volumes também mostraram desempenho positivo, com crescimento significativo no Egito e na Argélia.

Nos Estados Unidos, os volumes caíram em um dígito alto, impactados por gastos fracos entre consumidores hispânicos. A Heineken enfrenta desafios, como tarifas nos EUA e volatilidade macroeconômica, mas mais de 95% de sua produção é local. A perspectiva de lucro para 2025 permanece inalterada, com crescimento esperado entre 4% e 8%.

Analistas apontam que a estratégia de marca premium da Heineken está atraindo consumidores, mesmo em tempos de dificuldades financeiras. A marca Heineken representa 27% do volume total, com crescimento orgânico de 4,6% no trimestre. A empresa continua a focar em mercados-chave como Vietnã, México, Brasil e Índia.

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