O JPMorgan Chase está processando clientes que supostamente roubaram dinheiro durante um erro chamado “infinite money glitch” que aconteceu no ano passado. Agora, o banco está movendo ações em tribunais estaduais contra aqueles que retiraram menos de 75 mil dólares. Os processos estão ocorrendo em estados como Georgia, Florida, Nova York e Texas. Um caso em Georgia envolve um cliente que depositou um cheque de 73 mil dólares e retirou 82 mil antes que o cheque fosse compensado, devendo ao banco 57 mil dólares e não devolvendo o valor. Além disso, o banco enviou cartas a mais de mil clientes pedindo a devolução dos valores desde outubro e está analisando muitos casos, focando nas fraudes mais claras. Algumas pessoas já devolveram o dinheiro após o banco anunciar as ações. O JPMorgan também está contestando pedidos de falência de alguns acusados, buscando mais tempo para se opor à quitação das dívidas. O banco continua investigando fraudes e colaborando com as autoridades para responsabilizar os envolvidos.
JPMorgan Chase iniciou ações judiciais contra clientes acusados de roubar valores durante o “infinite money glitch”, que ocorreu no ano passado. A instituição está processando aqueles que supostamente retiraram menos de $75.000, movendo as ações em tribunais estaduais, ao contrário do que fez anteriormente em cortes federais.
Os processos incluem casos em Georgia, Florida, Nova York e Texas. Um exemplo é o caso em Gwinnett County, onde um cliente depositou um cheque de $73.000 e retirou $82.500 antes que o cheque fosse compensado. O banco alega que a pessoa deve $57.847,69 e não atendeu aos pedidos de devolução.
Além das ações judiciais, o banco enviou cartas a mais de mil clientes solicitando a devolução dos valores desde outubro. A instituição está analisando milhares de casos, priorizando aqueles com maiores quantias e padrões claros de fraude. Algumas pessoas já devolveram os valores após a divulgação das ações.
JPMorgan também está contestando pedidos de falência de alguns acusados, buscando tempo adicional para se opor à quitação das dívidas. O porta-voz da instituição, Drew Pusateri, afirmou que o banco continua a investigar fraudes e a colaborar com as autoridades para responsabilizar os envolvidos.
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