A Romi (ROMI3) anunciou que no primeiro trimestre de 2025 teve um lucro líquido de R$ 10,1 milhões, o que representa uma queda de 43,9% em relação ao mesmo período do ano passado. O Ebitda ajustado foi de R$ 18 milhões, com uma leve redução de 1,3% em comparação ao primeiro trimestre de 2024. A margem Ebitda ajustada caiu para 6,6%, uma diminuição de 2,1 pontos percentuais em relação ao ano anterior. A receita operacional líquida foi de R$ 273,1 milhões, um aumento de 31,0% em relação ao primeiro trimestre de 2024. A empresa também informou que, até 31 de março de 2025, tinha R$ 295 milhões em caixa e equivalentes de caixa. Além disso, a carteira de pedidos cresceu 37,4%, totalizando R$ 817,8 milhões em comparação ao mesmo período do ano passado.
A Romi (ROMI3) reportou um lucro líquido de R$ 10,1 milhões no primeiro trimestre de 2025 (1T25), uma queda de 43,9% em relação ao mesmo período de 2024. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado foi de R$ 18 milhões, com uma redução de 1,3% em relação ao 1T24.
A margem Ebitda ajustada caiu para 6,6%, uma diminuição de 2,1 pontos percentuais em comparação ao 1T24. A receita operacional líquida consolidada alcançou R$ 273,1 milhões, um crescimento de 31,0% em relação ao ano anterior.
Em 31 de março de 2025, a empresa registrou R$ 295 milhões em caixa e equivalentes de caixa. A carteira de pedidos consolidada cresceu 37,4%, totalizando R$ 817,8 milhões em comparação ao 1T24.
Esses resultados refletem um cenário desafiador para a Romi, que, apesar do aumento na receita e na carteira de pedidos, enfrenta uma queda significativa no lucro líquido e na margem Ebitda. A companhia continua a monitorar suas operações para melhorar a performance financeira.
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