A Empresa Metropolitana de Águas e Energia, conhecida como Emae, vai aumentar o contato com investidores para melhorar sua imagem no mercado financeiro. Isso acontece após a privatização da empresa pelo governo de São Paulo em 2024, quando foi comprada pelo fundo Phoenix por 1 bilhão de reais. A presidente Karla Maciel acredita que a Emae não tinha o reconhecimento necessário antes da privatização e quer apresentar a empresa de novo ao mercado para atrair investimentos. Até 2029, a Emae planeja investir 2,6 bilhões de reais em melhorias e expansão, incluindo a modernização de hidrelétricas, aumento das operações e participação em leilões de energia. O fundo Phoenix, liderado por Nelson Tanure, espera que essa nova gestão traga crescimento e eficiência para a empresa.
Emae busca visibilidade com investidores após privatização
A Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae) intensificará o contato com investidores para aumentar sua visibilidade no mercado financeiro. A iniciativa ocorre após a privatização da companhia pelo governo de São Paulo, em 2024, com a aquisição pelo fundo de participações Phoenix por R$ 1 bilhão.
A presidente da Emae, Karla Maciel, avalia que a empresa não possuía o devido reconhecimento antes da mudança de gestão. A estratégia visa reapresentar a companhia ao mercado e atrair novos investimentos.
Investimentos de R$ 2,6 bilhões previstos até 2029
Até 2029, a Emae planeja investir cerca de R$ 2,6 bilhões em modernização e expansão. Os recursos serão destinados à modernização de hidrelétricas, expansão das operações, participação em leilões de energia e possíveis aquisições de outras empresas do setor.
O fundo Phoenix, liderado por Nelson Tanure, foi o vencedor da licitação que transferiu o controle da Emae para o setor privado. A expectativa é que a nova gestão impulsione o crescimento e a eficiência da companhia no longo prazo.
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