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Reforma tributária brasileira avança com alíquota mínima e digitalização do sistema

Brasil se prepara para um novo imposto sobre consumo em 2027, com alíquota mínima de 15%, alinhando-se a padrões globais e impulsionando a digitalização tributária.

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A partir de 2027, o Brasil vai criar um novo imposto sobre consumo e uma alíquota mínima de 15% para empresas, seguindo tendências globais. Essa mudança permitirá que as empresas usem sistemas de gestão tributária já existentes em outros países, facilitando a adaptação. O Brasil é reconhecido por sua tecnologia, o que ajuda na digitalização da gestão tributária, tornando o cumprimento das regras mais fácil e previsível. Apesar de alguns países, como os Estados Unidos, não adotarem o imposto mínimo da OCDE, a tendência é que essa regra se firme globalmente. Com a complexidade crescente das leis fiscais, a terceirização de serviços fiscais está se tornando comum, e o Brasil já lidera nesse modelo, que busca reduzir riscos e custos.

Brasil se alinha a padrões internacionais em tributação, mas desafios persistem

A partir de 2027, o Brasil implementará um novo imposto sobre consumo e adotará a alíquota mínima de 15% para empresas, em convergência com iniciativas globais. A avaliação é de Willem Blom, líder global da consultoria tributária da Deloitte. Apesar do avanço, a adesão universal ainda é incerta.

Reforma tributária facilitará uso de sistemas já existentes

O novo imposto sobre consumo permitirá que empresas utilizem sistemas de gestão tributária já empregados em outros países, eliminando a necessidade de modelos específicos. Essa mudança representa um avanço significativo para a simplificação e padronização da tributação no Brasil, segundo Blom.

Digitalização impulsiona a eficiência e a previsibilidade

O país se destaca pela tecnologia, o que representa uma vantagem em um cenário de crescente digitalização da gestão tributária. A nota fiscal eletrônica é um exemplo do pioneirismo brasileiro. A digitalização torna o cumprimento das regras menos oneroso e aumenta a previsibilidade do sistema tributário.

Pilar 2 da OCDE enfrenta resistência, mas é considerado irreversível

Apesar da recusa de alguns países, como os Estados Unidos, em adotar o Pilar 2 da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que visa um imposto mínimo de 15%, a tendência global é de consolidação. Blom avalia que o tributo global veio para ficar.

Terceirização de serviços fiscais se torna mais comum

Diante da complexidade crescente e da necessidade de especialistas em novas tecnologias, a terceirização de serviços fiscais ganha força. O Brasil já é líder nesse modelo, e a tendência é de expansão global. A terceirização visa reduzir riscos e otimizar custos.

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