O mercado de galpões de alto padrão no Brasil cresceu e atingiu 28,3 milhões de metros quadrados no primeiro trimestre de 2025, com uma absorção líquida de 729 mil metros quadrados. Durante esse período, foram entregues 348 mil metros quadrados de novos espaços, e a taxa de vacância caiu para 8%. Os estados de São Paulo e Minas Gerais foram responsáveis por metade da área locada, com destaque para os setores de transporte, logística, e e-commerce. O preço médio dos galpões chegou a R$ 29 por metro quadrado por mês, com valores mais altos em São Paulo e Minas Gerais. A CEO da Colliers, Paula Casarini, afirmou que o mercado está em expansão, com aumento na absorção e nos preços, além de uma previsão de baixa oferta em algumas regiões.
Mercado de galpões de alto padrão cresce e atinge 28,3 milhões de m²
O mercado brasileiro de galpões de alto padrão encerrou o primeiro trimestre de 2025 com um inventário total de 28,3 milhões de m², de acordo com a Colliers. O setor continua em expansão, com uma absorção líquida de 729 mil m² entre janeiro e março deste ano.
Entrega de novos espaços e queda na vacância
No período, foram entregues 348 mil m² em novo estoque, com previsão de mais de 3 milhões de m² até o final do ano. A taxa de vacância diminuiu um ponto percentual em relação ao trimestre anterior, fechando março em 8%.
São Paulo e Minas Gerais lideram a demanda
Os estados de São Paulo e Minas Gerais concentraram 50% da área locada no trimestre. O setor de transporte e logística liderou a ocupação, seguido por empresas de e-commerce e do varejo.
Preços em alta e perspectivas para o futuro
O preço médio pedido nos condomínios logísticos de alto padrão alcançou R$ 29/m²/mês, mantendo a tendência de valorização. Os maiores preços médios são encontrados em São Paulo (R$33/m²/mês) e Minas Gerais (R$29/m²/mês).
De acordo com Paula Casarini, CEO da Colliers, “os dados apontam para um mercado em expansão, com queda na vacância, alta absorção, aumento dos preços e quase 1 milhão de m² pré-locados”. A executiva prevê baixa oferta em algumas regiões e alta nos valores transacionados nos próximos meses, especialmente em contratos em fase de revisão.
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