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Banco Central prioriza controle da desvalorização cambial, afirma Gabriel Galípolo

Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, destacou que controlar a desvalorização cambial é prioridade da política monetária em depoimento no Senado.

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Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, disse que controlar a desvalorização do câmbio é um dos objetivos da política monetária. Ele falou isso durante uma audiência no Senado. Galípolo destacou a importância de estabilizar o real, que tem enfrentado desvalorização, afetando a inflação e a economia do Brasil. Ele afirmou que a política monetária será usada para lidar com a volatilidade do câmbio e que controlar a moeda é essencial para a estabilidade econômica. Galípolo também respondeu perguntas sobre a taxa de juros e o crescimento econômico, defendendo a manutenção de juros altos para controlar a inflação, mesmo reconhecendo que isso pode prejudicar a economia. A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado continuará a monitorar as ações do Banco Central e planeja novas audiências para discutir a situação econômica do país.

Banco Central mira controle do câmbio em meio à desvalorização do real

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, declarou que o controle da desvalorização do câmbio é um dos objetivos da política monetária. A afirmação foi feita durante depoimento na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado nesta segunda-feira, 22 de abril de 2025.

Galípolo enfatizou a importância de estabilizar a moeda nacional diante de pressões externas e internas. A desvalorização do real tem sido um ponto de preocupação, impactando diretamente a inflação e a economia do país.

A política monetária, segundo o presidente do Banco Central, será utilizada para mitigar os efeitos da volatilidade cambial. Ele ressaltou que o controle do câmbio é fundamental para garantir a estabilidade econômica.

A declaração ocorre em um momento de desafios para o Banco Central, que busca equilibrar a necessidade de controlar a inflação com a de evitar uma desvalorização excessiva do real. A instituição tem adotado medidas para conter a alta dos preços, mas a pressão sobre a moeda persiste.

Durante o depoimento, Galípolo também respondeu a questionamentos dos senadores sobre a taxa de juros e a perspectiva de crescimento econômico. Ele defendeu a manutenção da política de juros altos como forma de controlar a inflação, mas reconheceu os impactos negativos sobre a atividade econômica.

A CAE do Senado continuará acompanhando de perto as ações do Banco Central e os desdobramentos da política monetária. A comissão pretende realizar novas audiências com o presidente do Banco Central para discutir os desafios da economia brasileira.

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