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Bradesco BBI aponta Copel como oportunidade de investimento com potencial de valorização de 30%

Bradesco BBI aponta que ações da Copel podem valorizar até 50% com nova política de dividendos, prevista para ser anunciada em maio.

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Analistas do Bradesco BBI recomendam a compra das ações da Copel, com um preço-alvo de R$ 14, o que representa uma alta potencial de 30%. A expectativa é que a nova política de dividendos da empresa, que deve ser anunciada em breve, resulte em um rendimento de dividendos superior a 10% em 2026. A Copel pode usar lucros acumulados para aumentar os pagamentos, visando uma alavancagem entre 2,5 e 3,0 vezes. Além disso, a migração para o Novo Mercado da B3, prevista para o segundo semestre de 2025, deve aumentar a liquidez das ações. O banco também destaca a participação da Copel em um leilão de capacidade e uma revisão tarifária que pode trazer bons retornos. As projeções indicam um crescimento do Ebitda de 27% em 2026 e 13% em 2027, com a dívida líquida/Ebitda caindo para 2,4 vezes em 2026. A nova política de capital pode permitir que a Copel distribua até 180% do lucro líquido em 2026, resultando em um rendimento de 13% e utilizando R$ 9 bilhões em lucros acumulados para aumentar os dividendos.

Bradesco BBI recomenda compra de ações da Copel com potencial de valorização de 30%

Analistas do Bradesco BBI recomendam a compra de ações da Copel (CPLE6), destacando o momento ideal para investidores estrangeiros. O preço-alvo é de R$ 14, o que representa um potencial de alta de cerca de 30%, considerando uma taxa de desconto real de 9,2%. A ação da companhia subia 1% na tarde de terça-feira (22), cotada a R$ 11,13.

Nova política de dividendos impulsionará valorização

A recomendação se baseia na expectativa de anúncio de uma nova política de estrutura de capital, com foco no pagamento de dividendos. O relatório indica que essa mudança pode resultar em um *dividend yield* superior a 10% já em 2026. A Copel poderá utilizar lucros acumulados para aumentar os *payouts*, buscando uma alavancagem entre 2,5 e 3,0 vezes.

Liquidez e migração para o Novo Mercado

A expectativa é que a liquidez das ações aumente com a migração para o Novo Mercado da B3 no segundo semestre de 2025, unificando as ações ON e PN. A estimativa é de um volume médio diário de negociações de US$ 35 milhões.

Leilão de capacidade e revisão tarifária

O banco aponta ainda para a participação da Copel no segundo leilão de capacidade do Brasil, com o projeto hidrelétrico da FDA (860MW) considerado o mais competitivo. Além disso, a distribuidora da Copel passará por uma revisão tarifária periódica em junho de 2026, com potencial de gerar retornos expressivos.

Projeções de crescimento e desalavancagem

O Bradesco BBI projeta um crescimento do Ebitda de 27% em 2026 e 13% em 2027, impulsionado pela revisão tarifária e cortes de custos operacionais. Com esse crescimento, a alavancagem da Copel deve diminuir significativamente, com a dívida líquida/Ebitda recuando para 2,4 vezes em 2026 e 2,1 vezes em 2027.

Potencial de dividendos e uso de lucros acumulados

A nova política de estrutura de capital deve definir uma faixa-alvo de alavancagem entre 2,5 e 3,0 vezes. Para atingir essa meta, a Copel poderá distribuir cerca de 180% do lucro líquido em 2026, o que resultaria em um *dividend yield* de 13%. A empresa poderá utilizar os R$ 9,0 bilhões em lucros acumulados para complementar os dividendos e viabilizar *payouts* superiores a 100%.

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