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Banco Central vê sinais de moderação no crescimento, mas foca na inflação

Banco Central vê moderação no crescimento econômico e destaca que controle da inflação continua sendo a prioridade, com IBC-Br em platô.

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Nilton David, diretor de política monetária do Banco Central do Brasil, disse que a economia do país está mostrando sinais de desaceleração. Ele participou de um evento em Washington e ressaltou que o foco do Banco Central é controlar a inflação, não estimular o crescimento. David comentou que o Brasil teve um crescimento acima do esperado nos últimos quatro anos e que o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) ficou estável nos últimos seis meses, indicando que as políticas monetárias estão funcionando. Ele também mencionou uma queda de 0,2% no IBC-Br no trimestre que terminou em fevereiro. Quando perguntado sobre a necessidade de observar o mercado de trabalho antes de mudar a política monetária, ele afirmou que esse será um dos últimos sinais de desaceleração econômica.

O diretor de política monetária do Banco Central do Brasil, Nilton David, afirmou que a instituição observa sinais de moderação no crescimento econômico do país. Ele participou de um evento em Washington, promovido pelo J.P. Morgan, e destacou que a meta principal do BC é controlar a inflação, não necessariamente estimular a atividade econômica.

David mencionou que o Brasil tem apresentado um crescimento acima do potencial nos últimos quatro anos. Ao apresentar dados do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), ele indicou que o indicador atingiu um “platô” nos últimos seis meses, sugerindo que a política monetária está funcionando. O IBC-Br, embora não seja perfeito, fornece uma visão sobre os movimentos recentes da economia.

O diretor também comentou sobre a recente queda de 0,2% no IBC-Br no trimestre encerrado em fevereiro, em comparação com o trimestre anterior. Quando questionado sobre a necessidade de observar um enfraquecimento no mercado de trabalho antes de considerar uma redução na política monetária contracionista, David afirmou que o mercado de trabalho será um dos últimos indicadores a refletir o desaquecimento econômico.

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