A Embraer encerrou o primeiro trimestre de 2025 com uma carteira de pedidos de 26,4 bilhões de dólares, um nível histórico. A empresa entregou 30 aeronaves, um aumento de 20% em relação ao ano passado, mas abaixo do esperado para jatos comerciais. O segmento de aviação comercial teve 10 bilhões de dólares em pedidos, uma queda de 10% em relação ao ano anterior, devido a problemas na cadeia de suprimentos. No entanto, há expectativa de um novo pedido da Ana Holdings por 15 jatos E190-E2. A aviação executiva teve um bom desempenho, com 23 entregas e uma carteira de pedidos de 7,6 bilhões de dólares, um aumento de 66%. O setor de defesa também cresceu, alcançando 4,2 bilhões de dólares, um aumento de 73%. As análises de mercado variam, com a XP Investimentos considerando os números neutros, enquanto o JPMorgan tem uma visão positiva. O Bradesco BBI recomenda a compra das ações, destacando que a Embraer já entregou 13% da meta anual de 220 a 240 aviões. O Santander vê os dados como positivos, mas não espera grandes reações nas ações, e o BTG Pactual também recomenda compra, apontando para crescimento futuro. A Embraer divulgará os resultados financeiros completos do primeiro trimestre no dia 6 de maio.
A Embraer anunciou que encerrou o primeiro trimestre de 2025 com uma carteira de pedidos de US$ 26,4 bilhões, mantendo um nível histórico. A companhia entregou 30 aeronaves, um aumento de 20% em relação ao ano anterior, embora abaixo das expectativas para jatos comerciais.
O segmento de aviação comercial, que é a principal fonte de receita da Embraer, registrou US$ 10 bilhões em pedidos, uma queda de 10% em relação ao ano anterior. A empresa atribuiu o desempenho abaixo do esperado a restrições na cadeia de suprimentos. Apesar disso, há perspectivas de crescimento, com a expectativa de formalização de um pedido da Ana Holdings por 15 jatos E190-E2.
Na aviação executiva, a Embraer teve um desempenho positivo, com 23 entregas e uma carteira de pedidos de US$ 7,6 bilhões, um aumento de 66% em um ano. O segmento de defesa também apresentou crescimento, encerrando o trimestre com US$ 4,2 bilhões, um aumento de 73%.
Análises de mercado variam entre otimismo e cautela. A XP Investimentos classificou os números como neutros, enquanto o JPMorgan manteve uma visão construtiva, projetando uma reação positiva no mercado. O Bradesco BBI reforçou a recomendação de outperform, destacando que a Embraer já entregou 13% da projeção anual de 220 a 240 aviões.
O Santander considerou os dados positivos, mas não espera grandes reações nas ações, já que parte do otimismo pode estar precificado. O BTG Pactual também recomendou compra, apontando para a possibilidade de expansão futura. A Embraer divulgará os resultados financeiros completos do primeiro trimestre no dia 6 de maio.
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