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Família Dubrule solicita análise urgente do Cade para adquirir controle da Mobly

Família Dubrule intensifica disputa com a Mobly, oferecendo o dobro a acionistas minoritários e preparando ações judiciais contra acusações.

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A família Dubrule, que fundou a Tok&Stok, pediu ao Cade para analisar rapidamente a compra da Mobly, com um leilão marcado para 15 de maio. A Mobly quer impedir essa compra, alegando que os Dubrule estão em conluio com o maior acionista da empresa. Desde que a Mobly comprou a Tok&Stok no ano passado, os Dubrule têm contestado essa operação. Eles fizeram uma Oferta Pública de Aquisição para comprar até 100% da Mobly, com um investimento de pelo menos R$ 41,7 milhões, mas a um preço abaixo do mercado, devido à falta de lucro da empresa. A Mobly afirmou ter provas de que os Dubrule e o Grupo XXXLutz, que controla a Home24, estão agindo juntos, mas não deu detalhes e disse que tomará medidas legais para cancelar a OPA. Os Dubrule negaram as acusações, chamando a declaração da Mobly de falsa, e prometeram pagar aos acionistas minoritários o dobro do que supostamente foi pago à Home24, buscando mostrar transparência na OPA.

A família Dubrule, fundadora da Tok&Stok, solicitou ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) uma análise urgente da operação que visa assumir o controle da Mobly. O leilão para a compra de ações está agendado para 15 de maio. A Mobly tenta barrar a operação, alegando conluio entre os Dubrule e o maior acionista da empresa.

Desde a aquisição do controle da Tok&Stok pela Mobly no ano passado, os Dubrule têm contestado a operação, considerando-a sem sentido. Recentemente, a família lançou uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) para adquirir até 100% da Mobly, buscando pelo menos 50% do capital mais uma ação para garantir o controle. A proposta envolve um investimento mínimo de R$ 41,7 milhões, com um valor abaixo do mercado, justificado pela falta de lucro da empresa.

A Mobly, em resposta, divulgou um comunicado afirmando ter encontrado indícios de atuação coordenada entre os Dubrule e representantes do Grupo XXXLutz, controlador da Home24, que possui 44,3% das ações da Mobly. A empresa não forneceu detalhes sobre as evidências, mas anunciou que tomará medidas legais para cancelar a OPA junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Os Dubrule rebatem as acusações, classificando o comunicado da Mobly como um “fato relevante falacioso”. Em uma carta enviada à empresa, afirmaram que as ações da Mobly visam proteger os empregos de seus administradores. Além disso, a família se comprometeu a pagar aos acionistas minoritários o dobro de qualquer valor que supostamente tenha sido pago à Home24, reforçando a transparência da OPA.

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